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Banco da Amazônia tem linha de crédito com até R$ 21 mil para empreendedores informais

Recursos superam a casa dos R$ 100 milhões em 2020 e beneficiam diversos segmentos, como feirantes, manicures, açougueiros, comerciantes e catadores

Conteúdo especial

O Banco da Amazônia segue com a missão de fomentar a economia e tornar possível o sonho de empreender, mesmo para aqueles profissionais que não possuem renda fixa comprovada. Uma das principais linhas de crédito disponíveis na instituição, o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), conta com orçamento de mais de R$ 100 milhões para 2020, para atender grupos de trabalhadores informais.  

"O MPO é um recurso destinado àqueles empreendedores que têm dificuldade em acessar linhas de crédito bancário tradicional, pela falta de comprovação de renda e/ou garantias. É um dinheiro que será acessado de forma rápida e fácil para grupos de empreendedores através da metodologia MPO", explica Luiz Lourenço, titular da Gerência Executiva de Pessoa Física do Banco da Amazônia, que informa que já foram aplicados R$ 60 milhões na Amazônia apenas este ano. 

Luiz Lourenço, gerente do Banco da Amazônia (Divulgação)

O aporte financeiro pode ser utilizado para compras de ferramentas, máquinas e equipamentos, realização de reformas e ampliações no negócio, e capital de giro, para compra de insumos, matéria-prima e mercadorias. Entre os segmentos contemplados estão comércio, serviços e produção, com atividades como armarinhos, mercearias, sorveterias, fruteiras, barbearias, salão de beleza, manicure, costureira, feirantes, açougueiros, oficinas diversas, confecções, padarias e artesanatos, entre outras.

De acordo com Luiz Lourenço, qualquer cidadão que exerça atividade comercial informal pode acessar a linha de crédito, porém, apenas por meio da formação de Grupos Solidários de 3 a 10 pessoas. Entre as vantagens da adesão ao programa estão agilidade, simplicidade, inexistência de garantia real e renovação automática. O MPO inclui ainda educação financeira para melhor gestão do negócio.

Maria Onelia, cliente do Banco da Amazônia (Divulgação)

"O programa concede crédito de até R$ 21 mil, dependendo da capacidade de pagamento, com prazo de até 24 meses. É uma forma de possibilitar a geração de renda para a população menos assistida e desenvolver a economia regional. O microempresário de hoje pode ser o megaempresário de amanhã", destaca o executivo. 

AMAZÔNIA FLORESCER DIGITAL

Uma das opções de microcrédito disponibilizadas pelo Banco da Amazônia é o Amazônia Florescer, que atende tanto o segmento rural (agricultura familiar no campo), quanto o urbano, com comércio ou atividades na cidade. 

Para facilitar todo o processo, o acesso ao crédito pode ser realizado 100% digital, por meio do aplicativo do Amazônia Florescer, que viabiliza o envio de propostas para análise e aprovação, garantindo maior agilidade e redução de custos para o cliente.

OPORTUNIDADE

A empreendedora Maria Onelia Martins da Silva, de 49 anos, é cliente do Banco da Amazônia desde 2008, quando recebeu a primeira concessão de crédito em grupo, do Amazônia Florescer. Mãe de três filhos, ela possui um box na feira da Cabanagem, em Belém, com produtos de mercearia, com destaque para a venda de farinha. 

Maria Onelia, cliente do Banco da Amazônia (Divulgação)

"Investi todo o capital na compra de farinha, aumentando meu estoque e, consequentemente, conseguindo melhores negociações na aquisição devido ao volume comprado. Com isso, o dinheiro foi girando e o negócio crescendo. Hoje se transformou em um minimercado", conta a empreendedora, que de lá para cá já teve 21 concessões de microcrédito ao lado de mais três participantes do grupo, que atuam com venda de peixe, açaí e farinha. 

Conforme ia pagando o crédito, o aporte ia sendo renovado, com limites maiores, o que permitiu que a cliente pudesse investir, há dois anos, também em uma loja de colchões no bairro. Para Maria Onelia, a oportunidade dada pelo banco foi essencial para o seu crescimento profissional. 

"Graças a Deus eu soube aproveitar. Hoje, olho para um lado e outro dos meus negócios e enxergo o Banco da Amazônia. Foi por meio dele que pude proporcionar melhorias e bem-estar para minha família", afirma a empreendedora, que usou o último recurso creditado para atravessar o momento de dificuldade econômica em seu negócio durante a pandemia. 

COMO ADERIR? 

Para ter acesso ao programa de microcrédito do Banco da Amazônia assim como o grupo de Maria Onelia, é necessário ter os seguintes documentos: RG, CPF e comprovante de residência, explica Luiz Lourenço. 

"Um agente de crédito da OSCIP AMAZONCRED, empresa parceira do Banco, visita o cliente, reúne e monta o Grupo Solidário. Feito isso, é repassada a proposta de crédito para aprovação. Tudo isso em plataforma digital", detalha. 

NOVAS UNIDADES

No período de 24 de agosto a 2 de setembro, o Banco investiu na capacitação teórica dos novos coordenadores de microfinanças da OSCIP AMAZONCRED, operadora do Programa Amazônia Florescer do Banco da Amazônia, na metodologia do MPO - Microcrédito Produtivo Orientado Urbano em consonância com a Lei Nº 13.636/18. 

Um total de 10 coordenadores foram capacitados para liderarem suas equipes de Assessores de Microcrédito nas 10 novas Unidades de Microfinanças que serão inauguradas ainda neste ano: Amazonas – Itacoatiara e Manacapuru; Pará - Capanema, Bragança, Itaituba e Tucuruí; Rondônia – Ariquemes e Cacoal; Tocantins - Gurupi e Palmas.   

Para saber mais sobre as linhas de crédito disponibilizadas pelo Banco da Amazônia, acesse o site da instituição.

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