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CARLOS FERREIRA

ferreiraliberal@yahoo.com.br

Jornalista, radialista e sociólogo. Começou a carreira em Castanhal (PA), em 1981, e fluiu para Belém no rádio, impresso e televisão, sempre na área esportiva. É autor do livro "Pisando na Bola", obra de irreverências casuais do jornalismo. Ganhador do prêmio Bola de Ouro (2004) pelo destaque no jornalismo esportivo brasileiro.

Por que os técnicos evitam substituições no intervalo?

Carlos Ferreira

A pergunta foi feita recentemente a Zé Mário, ex-atleta e técnico do Vasco. Segundo ele, os técnicos evitam fazer substituições no intervalo porque o adversário tem tempo para passar orientações e responder à estratégia. Explicou que com o jogo rolando, a chance é maior de uma estratégia funcionar. Seria esse o pensamento dos técnicos em geral sobre a questão.

Os técnicos de futebol, em geral, se agarram a detalhes nas questões táticas e apostam nisso como sendo fatores decisivos. Se a justificativa é convincente ou não, fica por conta de cada leitor. Mas é a explicação padrão para substituições depois dos 10 minutos do segundo tempo, mesmo que raramente produzam efeito prático de desequilíbrio nos jogos.

Quem tem mais jogos pelo Remo neste século?

Vinícius 181, Eduardo Ramos 149, Marlon 145. O goleiro é o recordista, mas como está fora dos próximos jogos, por lesão, dá chance para Marlon se aproximar. Eduardo Ramos fechou a história dele no Leão.

Com quase 37 anos (vai completar dia 9 de novembro), Vinícius deve encerrar a carreira no Remo. É um nome destacado na história do clube. Um diferencial dele para Marlon é que construiu os seus números sem interrupção, enquanto o lateral/zagueiro saiu e voltou dez anos depois. Vinícius deu larga contribuição no resgate do Leão da Série D para a Série B, o que o consolida como ídolo da nação azulina com pleno merecimento.

BAIXINHAS

* Termina em 2022 o bloqueio de cotas do Parazão e patrocínios, em favor de credores na Justiça do Trabalho. Isso vai dar ao clube um incremento financeiro de quase R$ milhões em 2023, último ano do mandato do presidente Fábio Bentes. Mantendo-se na Série B, o Leão terá fôlego financeiro para um salto na sua estruração.

* Faltam 42 dias para a data mais importante do ano para o Paysandu. 7 de novembro, última rodada do quadrangular do acesso à Série B. Subir, para o Papão, significa fôlego financeiro para resolver pendências atuais e para se engrandecer. Seis jogos, seis decisões na vida dos bicolores!

* Sem atividade no futebol desde maio, a Tuna vai ressurgir no final do ano com a montagem do elenco para o Parazão, Copa do Brasil e Série D de 2022. A parceria com investidores portugueses, dada como certa, ainda não foi oficialmente confirmada. Por enquanto, a Tuna mantem a realidade das suas próprias fontes de renda.

* Já com atenções voltadas para a Copa Verde, o Castanhal faz amistoso no próximo sábado, em Capitão Poço, contra o time da cidade, que se prepara para a Segundinha. Na Copa Verde, o Japiim vai jogar no Amazonas, dia 13 de outubro, contra o Fast. Jogo único. O classificado será adversário do São Raimundo/RR nas oitavas.

* Remo e Paysandu vão estrear no terceiro fim de semana de outubro. O Leão contra Ypiranga/AP ou Galvez/AC. O Papão contra Real Ariquemes/RO ou Penarol/AM, jogos únicos em Belém. Os dois gigantes de Belém planejam começar com times alternativos, já que a prioridade é o Campeonato Brasileiro.

* Por que alguns técnicos colocam dois homens na cobrança do escanteio? É tão somente uma forma de forçar o adversário a tirar um homem da área. Por isso, o segundo homem da cobrança do escanteio é sempre alguém pouco significativo no jogo aéreo. 

Carlos Ferreira
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