Carlos Ferreira

Jornalista, radialista e sociólogo. Começou a carreira em Castanhal (PA), em 1981, e fluiu para Belém no rádio, impresso e televisão, sempre na área esportiva. É autor do livro "Pisando na Bola", obra de irreverências casuais do jornalismo. Ganhador do prêmio Bola de Ouro (2004) pelo destaque no jornalismo esportivo brasileiro.

Já liberado por clube paulista, atacante Zé Carlos espera o chamado da diretoria do Remo

Carlos Ferreira

Zé Carlos vem logo para o Leão

A história de Zé Carlos no futebol é contada através dos seus muitos gols, como os 41 que marcou pelo Criciúma no campeonato brasileiro de 2011, e os 19 que fez pelo CRB em 2015, nas duas vezes em que foi o principal artilheiro da Série B. Ele completou 37 anos há um mês (24 de abril) e, por último, era reserva no São Bernardo, onde participou de apenas três jogos nesta temporada e não fez gol nenhum no campeonato paulista.

Já liberado pelo São Bernardo, Zé Carlos virá tão logo seja chamado. Vai jogar na reta final do Parazão. Mazola Júnior fez questão de tê-lo no elenco, tal como em 2015 no CRB, sabendo que para Zé Carlos funcionar o time terá que jogar pra ele. O atacante vai enfrentar residências pela idade, sobretudo pelas infelizes experiências do Remo com Finazzi, Mendes, Leandrão, Luiz Eduardo, Neto Baiano, Edno (na volta), Marcão....

Vandick, o ídolo completo

Como atleta, um goleador e uma liderança em campanhas gloriosas, especialmente na conquista da Copa dos Campeões. Ao final da carreira, um vereador que cumpriu a missão sem arranhões, e ainda renunciou os R$ .... que o Papão lhe devia, como forma de expressar gratidão, contribuindo num momento de extrema dificuldade financeira do clube. Como dirigente, um presidente que teve percalços, mas saiu aplaudido pela transição para uma fases se glórias do clube.

Baiano, 55 anos, com raízes em Belém, Vandick é um ídolo completo na vida do Paysandu, admirado pela história como atleta e como gente.

BAIXINHAS

* Lesões em profusão (oito em nove jogos) na retomada do campeonato alemão acende alerta no mundo inteiro para o pós-pandemia do futebol. Colocar em níveis compatíveis as condições fisiológicas dos atletas para o extremo esforço é fundamental. Forçar, como fizeram os alemães, é ter lesões em excesso como resposta.

* No Remo, atletas estão treinando regularmente em casa. O Bragantino já teve até treinos em grupo numa arena. Os demais clubes paraenses não têm se manifestado sobre atividades preliminares, que antecedem à intertemporada a ser realizada em junho e/ou julho. Competições previstas para agosto.

* O recomeço vai depender do aval das autoridades públicas, que aguardam o declínio da pandemia a um nível de pleno controle, para

a liberação do futebol e de várias outras atividades. O protocolo médico e o plano de ação da FPF, que estão em elaboração, também serão fundamentais para a decisão das autoridades.

* Dos 926 gols da carreira de Darío, ele considera mais bonito um que fez pelo Paysandu, contra o Remo, em 1979. A rigor, um gol comum. Mas os dribles no zagueiro e no goleiro tornaram o gol singular para o rei Dadá, que nunca foi de driblar. O negócio dele era finalizar jogas para as redes. Natural que valorize de tal forma o seu golaço!

* Dos dois atletas devolvidos ao Paysandu por Marília e Aparecidense, o meia Alan Calbergue até que pode esperar chance com Hélio dos Anjos. Para Wyliam será mais difícil, pela sua dificuldade para assimilar e executar funções táticas. Mais difícil ainda concorrendo com Uchôa, PH, Serginho, Caíque e Yure.

Carlos Ferreira
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