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CARLOS FERREIRA

Jornalista, radialista e sociólogo. Começou a carreira em Castanhal (PA), em 1981, e fluiu para Belém no rádio, impresso e televisão, sempre na área esportiva. É autor do livro "Pisando na Bola", obra de irreverências casuais do jornalismo. Ganhador do prêmio Bola de Ouro (2004) pelo destaque no jornalismo esportivo brasileiro. | ferreiraliberal@yahoo.com.br

Ética e dignidade devem mover os bicolores

Carlos Ferreira

Único eliminado na rodada, o Paysandu se despede da Série C movido por obrigações éticas, não só pela dignidade de cada profissional, mas também pelo fato de o jogo decidir o futuro do adversário, Vitória, e do Figueirense. Independente da hipótese de investimento financeiro do Figueirense no suor dos bicolores, a honra tem que se traduzir em responsabilidade e empenho. Qualquer conduta fora disso seria abominável.

O Vitória vem plenamente mobilizado. Vai fazer o jogo do ano! O time baiano tem todos os estímulos e necessidades de render o máximo. O time paraense precisa encontrar essa força na alma para não fechar vergonhamente a campanha já vergonhosa neste quadrangular.

Leão, mais dois meses no vazio

Já se foram 40 dias de inatividade no futebol remista. Ainda nem foi tratado no clube sobre data para o recomeço, mas deve ocorrer durante a Copa do Mundo, em dezembro. Ou seja, o Leão Azul tem pelo menos outros dois meses no vazio.

O primeiro traço do desenho do Remo para 2023 virou notícia ontem: contratação do executivo de futebol. O clube está negociando com Thiago Gasparino, ex-Novorizontino, Athletico Paranaense e Coritiba. Os noticiários vão se alimentando também de nomes para técnico, como Marcelo Fernandes e Fernando Marchiore. Outros vão surgir em breve, enquanto o quarteto Fábio Bentes, Antônio Carlos Teixeira, Marcelo Carneiro e Milton Campos encaminha as atitudes práticas de reconstrução do futebol azulino.

BAIXINHAS

* Depois do sucesso de Emerson (2015 a 2017), o Paysandu teve dez goleiros. Thiago Coelho chegou a empolgar, mas está fechando a temporada desgastado como os antecessores e já é incerta a renovação do contrato. Os outros nove da fase pós Emerson foram Marcão, Renan Rocha, Mota, Giovanni, Gabriel Leite, Paulo Ricardo, André Felipe, Vitor Souza, Elias e Thiago Coelho.

* Vitor Souza tinha contrato para toda esta temporada, mas o clube optou por emprestá-lo ao Água Santa/SP e ao Londrina, pagando parte do salário, tal como fez este ano com o atacante Henan para o ABC e com o volante Christian para o Amazonas. Um agravante à gastança! Vitor Souza sofreu grave lesão e só fez três jogos pelo Londrina.

* Márcio Fernandes deve se despedir no sábado, mas até agora o Paysandu é time de um único técnico na temporada. O Remo teve Paulo Bonamigo e Gerson Gusmão. Os dois clubes fecham 2022 abaixo da média, que é de três técnicos por ano. De 2001 a 2022, o Leão teve 66 e o Papão 67 técnicos.

* Mesmo tendo saído da Série C na primeira fase, o Remo ainda tem melhor média de público que o rival. Leão 8.909 pagantes por jogo. Papão 7.508. É o que mostra o site senhorgol, especializado em estatísticas do futebol.

* Presidente Maurício Ettinger deve confirmar amanhã a candidatura à reeleição no Paysandu, tendo entre os adversários o atual vice Felipe Fernandes, que também vai lançar chapa. A outra candidatura está indefinida. Pode ser de Sergio Solano ou do ex-presidente Alberto Maia. 

Carlos Ferreira
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