Carlos Ferreira

Jornalista, radialista e sociólogo. Começou a carreira em Castanhal (PA), em 1981, e fluiu para Belém no rádio, impresso e televisão, sempre na área esportiva. É autor do livro "Pisando na Bola", obra de irreverências casuais do jornalismo. Ganhador do prêmio Bola de Ouro (2004) pelo destaque no jornalismo esportivo brasileiro.

Caíque Oliveira amparado pela elegância do Paysandu

Carlos Ferreira

Foram elegantes as posturas de Hélio dos Anjos e Ricardo Gluck Paul ao falarem de Caíque Oliveira, hoje odiado por torcedores do Papão pelo misancene na cobrança de pênalti contra o Cuiabá. O técnico se encheu de argumentos para defender o atleta, enquanto o presidente manteve o contrato, renovado alguns dias antes. No entanto, o ambiente ficou muito hostil para Caíque Oliveira no Pará.

O clube poupou o jogador de um desgaste maior no mercado. Mas deve (ou deveria) tê-lo orientado a procurar outro clube. O fato é que agindo assim, o Paysandu passa aos demais atletas uma mensagem de amparo e respeito. E passaria mensagem contrária se  dispensasse o atleta de imediato, como gostariam os bicolores mais rancorosos.

 

Leão andando passo a passo

As contratações feitas até agora, para 2020, mostram o Remo fiel ao plano de recuperação financeira. O clube mantém o aperto no orçamento (folha salarial abaixo de R$ 400 mil) para não deixar de honrar os compromissos atuais e continuar pagando antigos débitos.

Pelo plano que vem sendo cumprido à risca, o Remo terá em 2022 a liberação dos patrocínios da Funtelpa, Banpará e Extrafarma, agora destinados integralmente ao pagamento de débitos trabalhistas. Enquanto isso, o clube está organizando os processos administrativos e melhorando a estrutura física. Enfim, passo a passo o Leão está andando rumo à sonhada redenção.

 

BAIXINHAS

* Ponderações e desculpas de Caíque Oliveira pelas mídias sociais não podem ser desconsideradas. Pareceu muito sincero! Nada o impede de dar a volta por cima, desde que tenha personalidade bastante para suportar as hostilidades e convencer a torcida em campo. Missão nada fácil!

* Principais médias de público no fechamento da Copa Verde: Paysandu 14.819, Remo 11.629, Cuiabá 3.476, Bragantino 2.210 pagantes por jogo. No ranking geral, de todas as competições do país, o Leão é 16° com 14.131 e o Papão é 20° com 10.788 ingressos vendidos por jogo.

* Quatro decisões em pênaltis este ano para o Papão. Só ganhou uma classificatória, contra o Bragantino. Perdeu as outras três para Bragantino, Náutico e Cuiabá, numa temporada de fortes emoções e duras frustrações para a nação alviceleste.

* Coincidência ou não, depois do sucesso de Robson Melo no Bragantino as portas se abriram para novos técnicos. Carlos Wanderson contratado pelo Independente, credenciado por bom trabalho no Parauapebas. Parazão terá ainda Jax Cametá no Carajás, Wando Costa no Itupiranga, e não deixa de ser o caso de Rogerinho Gameleira no Paragominas.

* Paraense Bárbara Roberta Loyola deve mesmo integrar a arbitragem da Fifa em 2020, como árbitro assistente. A entrada dela coincide com a saída do também paraense Dewson Freitas.

Carlos Ferreira
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