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BRASIL

VÍDEO: Sobrado desaba em Ubá (MG) após fortes chuvas e deixa mortos na Zona da Mata

Em apenas seis horas, foram registrados 124 milímetros de chuva, volume considerado elevado para o curto período

Gabrielle Borges

24 de fevereiro de 2026 às 10:48

As autoridades ainda trabalham na identificação das vítimas e na atualização do número de desaparecidos na Zona da Mata mineira

As autoridades ainda trabalham na identificação das vítimas e na atualização do número de desaparecidos na Zona da Mata mineira ( Foto: Reprodução/TV Globo )

As fortes chuvas que atingem a Zona da Mata mineira desde a noite de segunda-feira (23) provocaram um cenário de destruição e mortes em municípios da região. Em Juiz de Fora, ao menos 16 pessoas morreram e 440 ficaram desabrigadas, segundo balanço divulgado pela prefeitura.

Diante da gravidade da situação, o município decretou estado de calamidade pública na madrugada desta terça-feira (24) e suspendeu as aulas na rede municipal de ensino.

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O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais realiza buscas por pelo menos 45 pessoas desaparecidas. Equipes atuam em áreas de risco, com registros de deslizamentos de terra, alagamentos e desabamentos.

Desabamento de sobrado e mortes

Já em Ubá, também na Zona da Mata, a prefeitura confirmou pelo menos seis mortes em decorrência do temporal. O Ribeirão Ubá transbordou na noite de segunda-feira, inundando a Avenida Beira Rio e deixando diversos pontos da cidade submersos.

Em apenas seis horas, foram registrados 124 milímetros de chuva, volume considerado elevado para o curto período. Equipes da Defesa Civil, da Guarda Municipal e do Corpo de Bombeiros seguem mobilizadas para atendimento às ocorrências e levantamento dos prejuízos.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que um sobrado desaba após a força da água, evidenciando a intensidade do temporal.

Confira

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As autoridades ainda trabalham na identificação das vítimas e na atualização do número de desaparecidos. A orientação é que moradores de áreas de encosta ou próximas a cursos d’água redobrem a atenção e sigam as recomendações dos órgãos oficiais.

(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo, sob supervisão de Felipe Saraiva, editor web de OLiberal.com)