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Prima de estudante de medicina relata abusos: 'Manipulava minhas partes íntimas, me machucava'

Os abusos tiveram como vítimas quatro crianças, sendo duas irmãs dele, de 3 e 9 anos

O Liberal

O relato da prima do estudante de medicina Marcos Vitor Aguiar Dantas Pereira, de 22 anos, é mais um que detalha os estupros denunciados contra o jovem. Os abusos tiveram como vítimas quatro crianças, sendo duas irmãs dele, de 3 e 9 anos. Os casos estão sendo investigados pela Delegacia de Proteção à Criança em Teresina, no Piauí. O rapaz segue foragido.

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"Ele puxava o lençol durante a madrugada e manipulava muito minhas partes íntimas, me machucava demais, eu passava a noite chorando, com medo, angustiada. E ele falava que se eu fosse contar para alguém, ninguém ia acreditar porque ele era considerado muito bom filho. Mas, por trás, ele não era nada disso”, detalhou a garota, que conta que sofreu abusos de Marcos Vitor quando tinha apenas 12 anos. A revelação da violência só aconteceu sete anos depois.

A garota passava férias ou fins de semana na casa da tia, mãe de Marcos Vitor, e lá os abusos eram cometidos. Ela conta que sentia dores que se arrastavam por dias depois de ela deixar a casa da tia. “Eu passava dias sentindo dores, até para urinar”, contou.

A vítima lamenta não ter tido forças para contar, na época, sobre os abusos cometidos por Marcos, que deveria ter cerca de 15 anos. “Ele era aquele garoto que não gostava de sair, quieto. Ficava na sala enquanto eu e minhas primas brincávamos no celular ou víamos televisão. Quando ele tinha chance, me trancava no quarto. Ele abusou de mim dos 12 aos 14 anos. Depois comecei a dar um jeito de não ir mais para a casa da minha tia. Nunca mais tive contato. Se eu não tivesse tanto medo e vergonha, teria contado e as minhas primas não teriam passado por tudo que passaram. Ele não é nada disso que pensam, tem que pagar por tudo que fez, merece justiça”, desabafou.

A vítima afirma que não prestou depoimento à polícia e que hoje só quer esquecer os abusos. Ela relata que só se sentiu confiante para dizer o que sofria quando outra prima contou que também passava pelo mesmo: “Nós nós abrimos uma para outra. Eu falei tudo, ela também me contou. Eu tinha muito medo que dissessem que era mentira”.

O advogado de Marcos Vitor, Eduardo Faustino, afirmou que não comenta as denúncias contra seu cliente, porque correm sigilo de justiça, por terem sido feitas por menores. Faustino afirma que o suspeito não fugiu, só abriu mão do “direito ao interrogatório”.

Brasil
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