Madame que escravizou idosa é executiva da Avon; marca se posiciona

A polícia omitiu o nome da patroa no caso que só foi revelado uma semana após o resgate da vítima

Redação Integrada com informações de Pragmatismo Político

Mariah Corazza Üstündag é o nome da patroa que escravizou uma idosa em um bairro nobre de São Paulo. A funcionária do alto escalão da Avon foi presa, mas pagou fiança e já está em liberdade. A marca informou pelas redes sociais que afastou Mariah.

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No LinkedIn, consta que ela é gerente global da marca de cosméticos no setor de “inovação em fragrância”. Ela estudou na Universidade de São Paulo (USP) e é filha de uma famosa cosmetóloga brasileira, Sônia Corazza.

Após estourar o escândalo com a idosa mantida em condição análoga à escravidão, as redes sociais de Mariah foram bloqueadas. No início, a polícia e o Ministério Público do Trabalho (MPT) não divulgaram o nome dela.

A Avon vem recebido críticas pelas redes sociais e resolveu se posicionar pelo Instagram. A marca respondeu seguidores e informou as primeiras medidas.

“Tomamos conhecimento sobre o caso de denúncia de violação de diretos humanos de uma das nossas funcionárias com surpresa e muita preocupação. A funcionária já foi afastada e estamos apurando os detalhes para aplicar as medidas cabíveis de acordo com nosso Código de Ética e Compliance e da legislação brasileira. A Avon repudia qualquer prática ilícita e reforça seu compromisso com a defesa irrestrita aos direitos humanos, transparência e ética. Obrigada pelo contato”, escreveu.

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