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Juíza é promovida e deixa o caso da menina de 11 anos que foi estuprada e impedida de abortar

Magistrada afirma que recebeu uma promoção. TJ confirmou a informação e informou que a movimentação do cargo foi aprovada por merecimento

Emilly Melo

A juíza Joana Ribeiro deixou o caso da menina de 11 anos que foi estuprada e teve o direito de abortar impedido. A magistrada afirma que a mudança havia sido decidida antes da repercussão do caso e aconteceu por conta de uma promoção que recebeu. Na manhã desta terça-feira (21), a Justiça determinou que a menina voltasse a morar com a mãe. 

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A juíza informou que foi transferida para a comarca de Brusque, no Vale do Itajaí, Santa Catarina, após aceitar o convite de promoção. Ela afirma que aceitou a promoção na quarta-feira (15) e não estava mais no caso desde a sexta-feira passada (17). Joana também revelou que um juiz substituto assumiu a ação.

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) confirmou a promoção na carreira da magistrada e afirmou que a movimentação para o cargo de juiz de Direito da Vara Comercial da comarca de Brusque foi aprovada por merecimento.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que está apurando a conduta de Joana no processo. Já a advogada de defesa da família da criança não deu detalhes sobre qual será a decisão em relação ao aborto. 

(*Emilly Melo, estagiária, sob supervisão de Hamilton Braga, coordenador do Núcleo de Política)

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