Estudante faz selfie nos escombros de prédio em Fortaleza e pai pensou que era trote

Imagem foi enviada a um grupo da família do jovem

Redação Integrada com informações do Uol e G1

O estudante de arquitetura, Davi Sampaio, enviou uma selfie aos familiares enquanto estava preso sob os escombros do prédio que desabou em Fortaleza nesta terça-feira (15). A imagem foi enviada a um grupo da família do estudante no WhatsApp. Ele também ligou para o pai, na tentativa de tranquilizar os parentes.

Foto enviada pelo sobrevivente ao grupo da família (Reprodução)

Segundo o G1, Davi Sampaio era morador do primeiro andar e foi a oitava pessoa resgatada com vida dos escombros do edifício Andrea, no Bairro Dionísio Torres, área nobre de Fortaleza. Ele foi atendido em um hospital particular de Fortaleza, passou por exames de tomografia e passa bem. "Eu pensava que era até um trote. Eu nem estava acreditando", contou o pai de Davi, o comerciante Paulo Rômulo, ao Uol.

Segundo Rômulo, o filho disse: "Papai estou debaixo da estrutura do prédio, que desabou". Para comprovar, mandou uma selfie tirada no local, com o corpo levemente coberto de poeira e pequenas escoriações num dos braços.

Albertine Felipe foi quem recebeu a mensagem de Davi Sampaio pelo WhatsApp enquanto o estudante estava abaixo dos escombros.

"Tinha visto a notícia do desabamento e vi que poderia ter sido o prédio dele [Davi Sampaio] porque logo reconheci, depois olhei o Google Maps pra ver se era mesmo o prédio. Logo depois ele entrou em contato com a gente pelo WhatsApp", relata.

Ainda conforme Felipe, Davi Sampaio afirmou que estava bem e que havia sofrido apenas ferimentos leves. "Ele foi logo me falando que ele tava bem que só tinha sofrido arranhões", diz.

O estudante de arquitetura foi levado ao Hospital Otoclínica, junto com outro ferido no desabamento, que não foi identificado. "A direção clínica do hospital informa que os pacientes foram atendidos por uma equipe médica da multiemergência, passaram por exames complementares e seguem em observação", afirmou a instituição, em nota.

Nove pessoas ainda estão desaparecidas, conforme relatos de familiares ao Corpo de Bombeiros.

Brasil
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