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Casos de Síndrome Respiratória Aguda crescem no país, aponta InfoGripe

Análise é referente ao período de 19 e 25 de junho

Emilly Melo

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou o Boletim InfoGripe, nesta segunda-feira (4), que aponta uma tendência ao aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG) no país. O maior crescimento foi identificado para o vírus causador da covid-19, o Sars-CoV-2, 77,6%.

O boletim, referente ao período de 19 a 25 de junho, mostra que a possível interrupção no crescimentol, sinalizada na última edição, não se manteve. As análises indicam que houve crescimento, tanto na tendência a longo prazo, quanto a curto prazo. 

Ainda de acordo com o InforGripe, o predomínio entre os casos positivos para vírus respiratório foi de 2,4% para influenza A, 0,1% para influenza B, 7,6% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 77,6% para Sars-CoV-2 (covid-19).

Entre as mortes no período, registradas pelos mesmos vírus, 1% foi para influenza A, 0,1% para influenza B, 1,4% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 94,5% para Sars-CoV-2 (Covid-19).

Nos casos de bebês e crianças de 0 a 4 anos, o boletim mostra que as infecções por covid-19 se aproximam dos casos de VSR. Os dois vírus corresponderam a 36% e 39%, respectivamente.

Das 27 unidades federativas, 16 apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. 

Nos estados das regiões Sul e Sudeste há indicativos de possível interrupção na tendência de crescimento nas últimas semanas, que devem ser reavaliados nas próximas atualizações.

Embora o boletim tenha apontado um crescimento nos casos de SRAG no país, as análises também mostram que entre a população adulta é possível identificar uma desaceleração, especialmente a partir dos 50 anos. Nas crianças e adolescentes observa-se a manutenção sinal de queda entre os grupos de 0 a 4 e 5 a 11.

(*Emilly Melo, estagiária, sob supervisão de Hamilton Braga, coordenador do Núcleo de Política)

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