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Caso Lucas: Defesa diz que polícia não tem nenhuma prova contra o casal

Advogados declararam que aguardam pelo momento em que o verdadeiro autor da morte seja revelado

O Liberal

Passados cinco dias da prisão de Joabson Agostinho Gomes, 38, e Jordana Azevedo Freire, 41, acusados de envolvimento na morte do sargento do Exército Lucas Ramon Silva Guimarães, de 29 anos, a Polícia Civil de Manaus (AM) ainda não apresentou novos fatos que dêem à investigação as comprovações necessárias para o desfecho do caso. A adjunta da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Marna de Miranda, informou que as apurações prosseguem e o processo corre em segredo de Justiça. Mas os advogados de defesa do casal sustentam que a polícia não produziu nenhuma prova material que ligue os dois à morte do militar. Com informações do portal A Crítica. 

Empresário que encomendou morte de sargento em Manaus descobriu traição pelo celular Joabson Gomes já estaria desconfiado do caso extraconjugal entre a esposa e o militar e encontrou provas no aparelho da mulher

Militar teve morte encomendada por empresário amazonense após descoberta de traição O sargento do Exército Lucas Guimarães foi assassinado a mando de Joabson Agostinho Gomes, dono de uma rede de supermercados de Manaus

Lucas Ramon foi assassinado a tiros no dia 1º de setembro deste ano dentro da cafeteria que tinha aberto há menos de dois meses por um pistoleiro, que chegou ao local de moto e efetuou os disparos diante dos funcionários do estabelecimento. No dia 21, a Polícia Civil do Amazonas deflagrou uma operação para prender Joabson e Jordana, ele sob acusação de ser o mandante da morte de Lucas, e ela por ser cúmplice e pivô do crime, já que teria um relacionamento amoroso com Lucas. O caso teria sido descoberto pelo marido, assim como o desvio de dinheiro dos negócios - uma rede de supermercados na capital amazonense - para presentear o amante.

A defesa dos dois, no entanto, conta com o fato de que o autor dos disparos que matou o sargento ainda não foi localizado e preso até o momento. Mas afirma que aguarda o momento em que o "verdadeiro autor" do homicídio será revelado. Também estuda lançar mão da investigação defensiva, para auxiliar a polícia no esclarecimento do caso. “Não foi apresentada uma única prova de material que ligue qualquer deles ou qualquer pessoa que com eles tenha se relacionado à execução da vítima”, declararam os advogados, em comunicado feito à imprensa em nota publicada no último domingo (26).

Ainda segundo os defensores, os documentos públicos sobre a investigação ainda estão em segredo de justiça, o que impossibilita o oferecimento de informações específicas sobre a dinâmica do crime que vitimou Lucas. “Apesar das limitações decorrentes do segredo de justiça requerido pela autoridade policial e determinado pelo Juízo competente sobre o caderno investigatório, a defesa, em nome de seus constituintes, reitera publicamente a inocência do casal, na certeza de que nem Jordana, nem Joabson têm, em absoluto, qualquer espécie de envolvimento no triste episódio que culminou com a morte de Lucas Ramon ”, disseram.

Também por meio de nota, a delegada Marna de Miranda limitou-se a dizer que preferia não repassar mais informações a respeito do caso para não atrapalhar as investigações policiais.

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