Bolsonaro não deve entregar a faixa presidencial à Lula e pode ir aos EUA, diz deputada federal

Segundo informações que circulam pela internet, o presidente deve viajar com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, logo após o Natal

O Liberal
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O presidente Jair Bolsonaro (PL) não deve mesmo passar a faixa presidencial a Luiz Inácio Lula da Silva (PT), eleito para governar o Brasil pelos próximos quatro anos, no próximo dia 1º, data em que Lula toma posse oficialmente, em Brasília (DF). Segundo informações que circularam pela internet, na manhã deste sábado (24), Bolsonaro deverá viajar para os Estados Unidos, com a esposa Michelle Bolsonaro, logo depois do Natal. 

A deputada federal Bia Kicis, integrante da base aliada de Bolsonaro, disse que não acredita que o atual presidente entregará a faixa a Lula. Ao CB.Poder — parceria do Correio Braziliense com a TV Brasília —, a parlamentar afirmou que não acredita que ele, "pessoalmente, faça essa passagem da faixa. Mas alguém fará (a passagem)”. "Às vezes converso com ele (Bolsonaro) por WhatsApp, e ele continua trabalhando. Ele só está se expondo menos publicamente”, acrescenta. Kicis também defendeu que a passagem da faixa não é um ato obrigatório, mas sim simbólico e tradicional, e que as chances de Jair Bolsonaro seguir "são remotas".

Viagem para os Estados Unidos

De acordo com as informações, o presidente decidiu ir para um resort de luxo, em Palm Beach, na Flórida, de propriedade de Donald Trump, e não estará no Brasil no dia em que Lula assumir o governo. Ainda não se sabe quem, então, deverá passar a faixa presidencial ao petista. 

A viagem estaria programada para a próxima quarta-feira, dia 28, e Jair Bolsonaro teria dito a amigos próximos que pretende ficar por um ou dois meses nos Estados Unidos. Outras informações que circulam pela internet dizem que o presidente estaria tentando escapar de uma possível prisão, já que perderá o foro privilegiado tão logo deixe o cargo. 

Enquanto isso, manifestantes que não aceitam o resultado das eleições de outubro continuam concentrados em diversos pontos do País, principalmente em frente a quarteis e organizações militares. Eles se revezam e normalmente estão vestidos de verde e amarelo e portam faixas com dizeres como “SOS Forças Armadas”, entre outras. 

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