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Avião que transportou ouro do Pará estava com sequestro criminal; 4 PMs de SP são investigados

Aeronave fazia parte de outro inquérito policial e deveria ficar sob poder da Justiça

O Liberal

A aeronave que transportou os 77 quilos de ouro de procedência desconhecida encontrados com um grupo de policiais militares de São Paulo faz parte de outro inquérito policial e estava com sequestro criminal, portanto, deveria ficar sob poder da Justiça. Documentos encontrados pela Polícia Federal apontam que o metal teria saído dos estados do Mato Grosso e Pará. Seis pessoas foram detidas. As informações são do G1 Sorocaba e Jundiaí.

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Na terça-feira (3), assim que o avião entrou no espaço aéreo, a PF monitorou qual local ele iria aterrissar. A aeronave, modelo King Air Turboélice, pousou no Aeroporto Estadual de Sorocaba e o material foi deixado em um hangar privado que aluga espaço no aeroporto do município.

No dia seguinte, o ouro foi retirado por seis pessoas que estavam em dois carros, mas os veículos foram abordados pela Polícia Militar Rodoviária no quilômetro 74 da Rodovia Presidente Castello Branco, na tarde de quarta-feira (4). O ouro, avaliado em R$ 23 milhões, estava dividido em três malas. As pessoas envolvidas no transporte da carga foram detidas, entre elas estavam quatro policiais, sendo dois da Casa Militar do governador de São Paulo e um da reserva.

Veja quem são as pessoas detidas

  • Marcelo Tasso (tenente-coronel PM da Casa Militar);
  • Gildsmar Canuto (sargento PM da Casa Militar);
  • Douglas Cristiano Burin (soldado PM);
  • Marcelo Dantas (sargento PM, atualmente na reserva);
  • Wilson Roberto de Lucca;
  • Marcos Pereira dos Santos.

Um inquérito foi aberto pela Polícia Federal para verificar se houve a prática dos crimes de usurpação de bens da União e receptação dolosa.

A Casa Militar informou que afastou os policiais assim que soube do caso. O órgão e a Secretaria de Segurança Pública (SSP) disseram que um dos policiais envolvidos na ocorrência está afastado do trabalho desde o final do ano passado e que o caso foi encaminhado para apuração da corregedoria da Polícia Militar.

Em nota, o tenente-coronel Tasso argumentou que o ouro transportado estava "devidamente documentado", que "nada de ilegal foi constatado" na fiscalização e que ninguém foi indiciado. Já o governador Rodrigo Garcia disse que irá aguardar o fim da apuração da corregedoria para se pronunciar.

Brasil
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