Salvador aprova lei que permite visita de animais de estimação a pacientes; saiba mais
A legislação estabelece critérios para garantir a segurança de pacientes, funcionários e a esterilidade dos ambientes hospitalares
Pacientes internados em hospitais de Salvador (BA) agora podem contar com a presença de seus animais de estimação durante o tratamento, trazendo conforto emocional e apoio afetivo. A novidade foi oficializada com a Lei nº 9.956/2026, sancionada pelo prefeito Bruno Reis na última quarta-feira (25).
A iniciativa, proposta pela vereadora Marcelle Moraes, tem como objetivo humanizar o atendimento hospitalar, permitindo que cães, gatos e outros pets de pequeno e médio porte acompanhem seus donos, desde que cumpram protocolos sanitários e obtenham autorização médica.
Regras e cuidados para a entrada de pets
A legislação estabelece critérios para garantir a segurança de pacientes, funcionários e a esterilidade dos ambientes hospitalares. Entre as normas:
- Cães e gatos devem ser conduzidos com coleira e guia; o uso de focinheira pode ser exigido conforme o comportamento do animal.
- Outras espécies devem ser transportadas em caixas ou recipientes apropriados.
Segundo a lei, embora exista autorização estadual para a presença de animais, cada hospital terá autonomia para definir normas internas, como áreas de acesso, fluxos específicos e limites de contato, sempre respeitando a avaliação do corpo médico e da administração da unidade.
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Benefícios do contato com animais em hospitais
Estudos mostram que a presença de pets ajuda a reduzir estresse, ansiedade e sensação de solidão entre pacientes internados, especialmente em tratamentos prolongados. Com a nova legislação, Salvador se torna referência em humanização hospitalar, equilibrando segurança e bem-estar emocional.
A legislação já está em vigor e deve ser aplicada de imediato pelas unidades de saúde do município, garantindo que cães, gatos e outros pets de pequeno e médio porte possam acompanhar seus donos durante o tratamento, sempre seguindo protocolos sanitários e autorização médica.
(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo, sob supervisão de Tainá Cavalcante, editora web de OLiberal.com)
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