De acordo com a Polícia Civil, o pai da vítima denunciou que a criança estaria sendo vítima de reiterados atos de violência sexual, os quais estavam sendo praticados pelo suspeito
Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à presidência, tentando apaziguar o clima entre seu irmão, Eduardo Bolsonaro, e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), que entraram em atrito nas redes sociais. No sábado (4), Eduardo escreveu a Nikolas: “Não é, nem de longe, o menino que conheci, apoiei e acreditei”.
A decisão da República Islâmica de ir atrás de menores de idade foi descoberta pela reportagem porque o menino iraniano foi morto enquanto trabalhava em um posto de controle ao lado de seu pai
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