Pedido protocolado por Lindbergh Farias cita ataques de 8 de janeiro e suposto plano de asilo na Argentina como justificativas para detenção antes do julgamento de 2 de setembro.
Embora o casal tenha tentado argumentar que o acordo de compra da mansão foi celebrado antes do casamento e que houve uma tentativa de divórcio no processo, essas justificativas não foram aceitas pelo juiz
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