Filipe Martins estava em prisão domiciliar até 2 de janeiro de 2026, quando Moraes decretou sua prisão preventiva após a identificação de um suposto acesso do investigado à rede social LinkedIn
Em janeiro de 2026, a Polícia Federal instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar as ausências do ex-deputado, que mora nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025
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