A PGR apontou que os agentes atuaram para atrapalhar investigações de homicídios e garantir a impunidade de milicianos e contraventores, incluindo os envolvidos no caso de Marielle e Anderson
A organização agia de forma padronizada, com desaparecimento de provas, incriminação de terceiros sabidamente inocentes, utilização de testemunhos falsos, entre outros
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