A Polícia Civil conduz o inquérito, e o Ministério Público se juntou à força-tarefa em duas frentes: um para apurar o suposto esquema de desvio de verba e outro que investigar gestão temerária de Casares, de modo a tentar entender a origem da dívida bilionária do São Paulo.
A exemplo do ex-presidente Carlos Miguel Aidar, Casares renuncia e garante a permanência entre os conselheiros do Consultivo e continua ativo no clube.
Entre as argumentações listadas no agravo de instrumento, o São Paulo alega que o voto híbrido ignora o preceito do mínimo necessário para o acusado exercer o contraditório e a ampla defesa
Armazenamos dados temporariamente para melhorar sua experiência de navegação e recomendarmos conteúdo de seu interesse. Ao usar nossos serviços, você concorda com estes termos.