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Dona de casa Ângela Ferreira reclama dos constantes alagamentos na rua José Assegawa, na Marambaia

Além dos problemas na pavimentação, a ausência de saneamento básico ainda piora as condições da rua e impacta diretamente na qualidade de vida da população

O Liberal
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Há cerca de dois anos, moradores da rua José Assegawa, no bairro do Castanheira, em Belém, convivem com a precariedade da via, que é tomada por buracos e enfrentam alagamentos frequentes durante o período de chuvas, o que dificulta a circulação de pedestres e veículos. Segundo a dona de casa Ângela Ferreira, 64, além dos problemas na pavimentação, a ausência de saneamento básico ainda piora as condições da rua e impacta diretamente na qualidade de vida da população. O registro foi feito em 26 de março.

Ângela pontua que os dois problemas juntos afetam ainda mais o dia a dia dos moradores da rua. Ela cobra providências da prefeitura e diz que é direito de todo cidadão ter uma rua digna. “Aqui é sempre assim. Pode estar chovendo ou não, que a água permanece. Parece um igarapé. Já faz mais ou menos dois anos que está desse jeito. Acho que é falta de consideração não arrumarem essa rua, porque viver nesse ‘lago’ não é bom para os moradores”, afirma.

Segundo moradores, há trechos da via em que a situação é mais crítica, com buracos e pontos de alagamento, enquanto em outros locais os problemas são menos intensos. Ainda assim, o problema causa bastante incômodo. Em relação à água acumulada, a situação se intensifica durante o inverno amazônico, quando chove com mais frequência.

Nos dias em que a via amanhece debaixo d’água, sair de casa é um desafio. Segundo a moradora, os problemas afetam a locomoção no dia a dia, sobretudo para quem tem mobilidade reduzida, como idosos. Para tentar contornar a situação, os moradores colocam restos de material de construção sobre os buracos, na tentativa de amenizar o problema.

“Tem crianças que vão para o colégio e moradores que precisam sair para o comércio. Carros e bicicletas até passam, mas com dificuldade. Já colocaram aterro em alguns pontos, mas não resolveu, e a situação continua do mesmo jeito”, relata.

A Redação Integrada de O Liberal solicitou um posicionamento sobre o caso à Secretaria Municipal de Zeladoria e Conservação Urbana (Sezel). A reportagem aguarda retorno.

 

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