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Aposentada Judite Araújo alerta para buraco na rodovia Mário Covas

O transtorno começou há cerca de dois meses, com a formação de uma pequena poça

Ayla Ferreira* com colaboração de Maycon Marte

Em uma das vias mais movimentadas da Grande Belém, a rodovia Mário Covas, entre Rua da Providência e Passagem da Feirinha, um buraco tem causado transtorno a moradores e comerciantes do entorno, com risco de acidentes e prejuízos aos negócios. Uma poça de água se formou no local do obstáculo, e, quando os veículos e motos trafegam em alta velocidade na pista, a água é jogada para dentro das lojas. Segundo a denunciante Judite Araújo, de 79 anos, o transtorno começou há cerca de dois meses. O registro foi feito em 26 de dezembro.


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A aposentada relata que a cada dia que passa, a profundidade do buraco aumenta. “Começou dois meses atrás, com uma pequena água. E foi gerando cada vez mais e vai gerar mais. Se não tomarem providência nenhuma, vai acontecer como os que quando a gente vê, já está uma ‘bacia’ de água”, diz Judite.

Para evitar o aumento de acidentes no local, Judite Araújo improvisou uma sinalização com pneus. Ela relata que alguns carros já caíram no buraco. “Os carros caem no buraco e às vezes até levam o pneu que está aí. Os carros que passam para cá não conseguem desviar”, diz a aposentada

A situação também é problemática para os pontos comerciais nas proximidades. A água é constantemente jogada nas paredes dos estabelecimentos, fazendo com que os donos precisem deixar as lojas fechadas, o que pode atrapalhar as vendas. “O comércio não pode estar aberto, porque [o buraco] joga muita água nas lojas”, explica.

Judite e um vizinho, chamado Luan, já tentaram contato com a Prefeitura de Ananindeua para buscar uma solução. Ela conta que fez o pedido pela internet e viu que foi aceito, no entanto, até o momento, nenhuma equipe da gestão municipal foi ao local realizar serviços. “A resposta deles chegou faz uns 15 dias. Até agora nada”, lamenta.

A aposentada e os outros moradores pretendem continuar pressionando a prefeitura até que o problema seja resolvido. “Todo mundo vê, mas o perigo continua, principalmente à noite. É bem escuro”, finaliza Judite.

A redação integrada de O Liberal solicitou um posicionamento da Prefeitura de Ananindeua e aguarda retorno.

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*Ayla Ferreira, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Keila Ferreira, coordenadora do Núcleo de Política e Economia