Jovem descobre problema no coração ao usar aplicativo de celular; entenda
Catie Smith revelou que sua blusa costumava subir e descer com os batimentos cardíacos
A jovem Caite Smith, de 21 anos, surpreendeu ao revelar que descobriu um problema no coração após utilizar um aplicativo de monitoramento cardíaco do iPhone. Antes de verificar os dados no eletrônico, ela disse que já havia notado que o seu coração costumava acelerar e que, inclusive, o órgão costumava bater tão forte que chegava a mover o tecido de suas blusas para cima e para baixo.
"Fiquei apavorada. Chorei imediatamente após receber a notícia e tive um ataque de pânico. Fiquei em completo choque. Sinceramente, nunca suspeitei que teria problemas cardíacos, principalmente porque ninguém na minha família tem histórico de problemas de saúde", revelou no TikTok.
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Como funciona o aplicativo?
A jovem disse que utilizou o aparelho celular para gravar os seus batimentos cardíacos e, em seguida, usou o aplicativo chamado "Saúde", que é disponível apenas para iOS, a fim de saber se havia algo de errado com o seu corpo. Ao ver os sinais que foram descritos no app, a jovem ficou preocupada, mas não resolveu se confiar somente no que os dados do sistema estavam apresentando no dispositivo.
"Se você for tentar, recomendo que faça isso em um ambiente tranquilo e enquanto estiver descansando. Assim, fica mais fácil ouvir as batidas do seu coração com clareza. Só tome cuidado para não usar muita força com o celular. Se notar algo incomum ou que não pareça certo, o melhor é sempre consultar um profissional", recomendou Caite sobre a forma correta de checar os batimentos cardíacos no aplicativo do iPhone.
Qual o diagnóstico de Caite Smith?
Após a constatação no aplicativo de seu celular, a jovem britânica, que é moradora do condado de Merseyside, decidiu também ir procurar ajuda médica, e, depois de realizar alguns exames, ela foi diagnosticada com a doença de Graves. Essa condição autoimune costuma provocar hipertireoidismo, que é caracterizado pela produção excessiva de hormônios tireoidianos, podendo causar alterações nos olhos e na pele.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)
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