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Terceira via bateu martelo em Tebet, mas Doria e apoiadores resistem

MDB, Cidadania e PSDB querem competir à presidência com um único nome. Senadora é vista como menos rejeitada do que ex-governador de São Paulo

O Liberal

Os partidos da chamada "terceira via", que buscam incorporar uma alternativa ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de outubro, fecharam consenso em torno do nome da senadora Simone Tebet (MDB-MS) para que ela represente o MDB, o PSDB e o Cidadania no pleito. Apesar da decisão, o ex-governador de São Paulo, João Doria, segue tentando viabilizar a candidatura dele. O vereador de Belém Mauro Freitas (PSDB) acredita que o paulista é o melhor caminho.

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"Daqui de Belém, estamos acompanhando tudo pelas redes sociais e imprensa. É tanta notícia e bastidor que não sabemos qual a verdade. Para nós do PSDB, que respeitamos as prévias, a conversa que existe é de um boicote ao João. Mas para nós, do Pará, e eu falo como líder do PSDB em Belém, a campanha do Doria está mantida e não existe esse desmantelo da campanha. Essa federação seria muito boa, um grande feito para o Brasil. Mas a campanha dele na cabeça de chapa está mantida", conta Freitas.

Já para a deputada estadual Renilce Nicodemos (MDB), a escolha de Tebet é positiva. Para ela, trata-se de um reflexo das conquistas de espaços das mulheres na política. "Fico muito feliz pela representatividade desta pré-candidatura para todas nós, mulheres. Conheci a Simone e sei de seu compromisso com o povo brasileiro. Como deputada e como mulher, estou torcendo para que ela se mantenha firme em um propósito que é coletivamente feminino”, diz. 

Sem anúncio oficial de que Doria irá sair da corrida para apoiar Tebet, Matheus Cavalcante (Cidadania) acredita que fica difícil analisar com precisão o cenário. Apesar dos tropeços e dissensos públicos dos partidos da terceira via, o vereador que é líder do Cidadania na Câmara Municipal de Belém acredita que o momento exige uma alternativa ao que chama de polarização.

"O momento exige de todos nós a responsabilidade na escolha de quem irá guiar o país a um processo de união, que quebre essa polarização, que só tem feito mal à nação, mas principalmente, que coloque o Brasil nos trilhos do desenvolvimento e da recuperação econômico social. Mas é preciso que essa aliança, transcenda a união partidária e sobretudo, esteja unida ao povo brasileiro. Caso se confirme o nome de Simone Tebet, é chegada a hora de estarmos perto da população, apresentando o projeto e apontando o caminho, longe dessa polarização, para sairmos da crise econômica-social que nos encontramos", afirma.

Política
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