Acessar
Alterar Senha
Cadastro Novo

Justiça manda soltar ex-ministro Milton Ribeiro e demais envolvidos no ‘gabinete paralelo’ do MEC

Para o desembargador Ney Bello não existem as condições de manutenção da prisão preventiva de Ribeiro e dos outros quatro investigados da Operação Acesso Pago

O Liberal

A Justiça Federal do Distrito Federal determinou a soltura do ex-ministro da educação, Milton Ribeiro, um dia depois dele ter sido preso pela Polícia Federal, durante a Operação Acesso Pago, que insvestiga a atuação de um ‘gabinete paralelo’ instalado no Ministério da Educação (MEC)  na gestão de Ribeiro, com favorecimento de pastores na distribuição de verbas. A prisão preventiva do ex-ministro foi cassada pelo desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. As informações são do Estadão.

Para o desembargador, não existem no atual ‘momento processual, as condições de manutenção’ da prisão preventiva. Na decisão, ele observou que, além de de não integrar mais os quadros da Administração Pública Federal, há ausência de contemporaneidade entre osfatos investigados, supostamente cometidos no começo deste ano. 

VEJA MAIS

CPI do MEC ganha força com prisão de Milton Ribeiro e precisa de apenas mais uma assinatura
A oposição afirma que já conseguiu 26 assinaturas das 27 assinaturas necessárias para apresentação do requerimento na mesa do Senado

[[(standard.Article) Veja os fatos que levaram a exoneração e prisão do ex-ministro Milton Ribeiro]]

Veja quem são Gilmar Santos e Arilton Moura, alvos da operação da PF que prendeu Milton Ribeiro
Os dois teriam atuado informalmente em nome do MEC para liberação de recursos do FNDE

“ Desvios financeiros nas áreas de saúde e educação são fatos gravíssimos. Assim o são porque jogam a função de matrizes de consequências seriíssimas para toda a sociedade. De outro lanço, a liberdade do cidadão e a autocontenção do Judiciário
também são razões que simbolizam a modernidade do direito, e a linha divisória não deve ser rompida, salvo se houver justa causa para tanto. Não se sacrifica a liberdade sem justa causa”, diz o magistrado na decisão. 

Ney Bello citou ainda manifestação do Ministério Público Federal contrária ao pedido de prisão preventiva de Ribeiro, defendendo que fossem impostas medidas cautelares aos investigados – proibição de contato, de se ausentar do país e de entrar no Ministério da Educação.

De acordo com o Estadão, assim que a decisão foi tomada, o advogado do ex-ministro, Daniel Bialski, que defende o ex-ministro, se dirigiu à da superintendência da PF em São Paulo para realizar os trâmites de soltura.

A decisão do magistrado foi estendida aos outros quatro presos da Operação Acesso Pago: os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, o advogado Luciano Musse, infiltrado dos pastores no MEC, o ex-assessor da Prefeitura de Goiânia Helder Diego da Silva Bartolomeu. 

 

 

Palavras-chave

Política
.

Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo!

Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é.

Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos.

Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado!

RELACIONADAS EM POLÍTICA

MAIS LIDAS EM POLÍTICA