Genial/Quaest: rejeição a Flávio Bolsonaro sobe 2 pp para 56%; rejeição a Lula segue em 53%
O crescimento na rejeição do senador acontece depois da divulgação de conversas em que ele cobra dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro
O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a lista de rejeição entre os pré-candidatos à Presidência da República. Uma pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (10), mostra que 56% dos entrevistados que conhecem o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmam que não votariam nele.
Este índice representa uma alta de 2 pontos percentuais (pp) em relação ao levantamento de maio, situando-se no limite da margem de erro. O aumento na rejeição de Flávio Bolsonaro ocorre após a divulgação de conversas sobre cobranças de dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro.
Desde então, a curva de crescimento nas intenções de voto do senador foi interrompida. Em contrapartida, os entrevistados que conhecem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e indicam que não votariam nele mantiveram-se estáveis em 53% neste novo levantamento.
Intenções de voto dos principais nomes
A pesquisa também avaliou as intenções de voto. Entre os participantes, 45% disseram conhecer e votar no presidente Lula para a reeleição. Esse número representa uma alta de 1 ponto percentual em relação a maio, dentro da margem de erro da pesquisa.
Para Flávio Bolsonaro, 39% dos entrevistados que o conhecem declararam que votariam nele, mantendo o mesmo patamar da pesquisa anterior, divulgada em maio.
Rejeição de outros pré-candidatos
O levantamento da Genial/Quaest também incluiu a avaliação de outros potenciais candidatos. Entre eles, 32% dos entrevistados que conhecem Ronaldo Caiado (PSD) declaram que não votariam nele. Romeu Zema (Novo) tem 29% de recusa, enquanto Renan Santos (Missão) aparece com 20%.
Joaquim Barbosa (DC) foi rejeitado por 17% dos eleitores que o conhecem. Já Augusto Cury (Avante) obteve 16% de rejeição entre os entrevistados que declararam conhecê-lo.
Metodologia da pesquisa
A margem de erro estimada para a pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O estudo foi conduzido entre os dias 5 e 8 de junho.
Foram realizadas 2.004 entrevistas presenciais para este levantamento. A pesquisa está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07661/2026.
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