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Polícia continua buscas para prender advogada acusada de matar a própria mãe em Belém

Decreto da prisão preventiva foi divulgado na quinta-feira, 13. Promotoria de Justiça afirma que a advogada Juliana Giugni Cavalcante Soriano de Mello é a autora do homicídio e seu irmão, Leonardo Felipe Giugni Bahia, coautor

O Liberal

As buscas pela advogada Juliana Giugni Cavalcante Soriano de Mello, acusada de matar a própria mãe, em Belém, continuam nesta sexta-feira, 14. Na quinta, 13, a Justiça do Estado do Pará acatou o pedido do Ministério Público do Estado (MPPA) e decretou a prisão preventiva ré. A vítima, Arlene Giugni da Silva, foi morta no dia 18 de janeiro deste ano, em um prédio residencial no bairro de Batista Campos, em Belém. 

Inicialmente, o filho da vítima, Leonardo Felipe Giugni Bahia, foi denunciado como autor do assassinato e por tentativa de assassinato da irmã. Porém, após a inclusão de novas perícias nos autos, a Promotoria de Justiça concluiu que ficou comprovado que o feminicídio contra a mãe foi praticado por Juliana, sendo seu irmão o coautor.

As provas e testemunhos recolhidos pelo Ministério Público foram incluídos na denúncia por meio de aditamentos e, tendo em vista que existem depoimentos que apontam que Juliana tentou alterar as provas processuais, intimidar as testemunhas ou poderia tentar fugir, o MPPA requereu a prisão preventiva.

 

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A decisão divulgada nesta quinta-feira (13) decretou a prisão preventiva da advogada Juliana Giugni Cavalcante Soriano de Mello

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O caso aconteceu dia 18 de janeiro deste ano dentro de um apartamento, localizado no bairro Batista Campos, onde a família morava

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Segundo a Polícia Civil, a fala da irmã fez com que Leonardo Felipe Giugni Bahia desistisse de cometer outro crime

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