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Padrasto que agrediu enteado de 4 anos se entrega à polícia; defesa alega problemas psiquiátricos

Victor Possobom foi encaminhado para um Departamento de Polícia em Niterói, Rio de Janeiro. O homem já tem histórico de violência e registro por lesão corporal, lesão corporal culposa, injúria e ameaça.

Rayanne Bulhões

O padrasto flagrado esmurrando e sufocando o enteado de 4 anos de idade se entregou à polícia, nesta sexta-feira (16). O homem estava na presença de um coronel da Polícia Militar e um advogado. A denúncia do Ministério Público foi acatada pela juíza da 1ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Juliana Krykhtine.

Possobom é suspeito pelos crimes de agressão e tortura e foi preso preventivamente, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Câmeras de segurança do condomínio onde a família morava flagraram as agressões, na recepção e no elevador do prédio.

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Para a magistrada, Juliana Krykhtine, antes das agressões o menino estava calmo e “nada fez para provocar uma reação tão desmensurada por parte do réu. (...) Há nítida superioridade física do réu face à vítima, o que por si só já demonstra a crueldade da conduta e a condição de indefeso da mesma, que conta com menos de 5 anos de idade", escreveu a juíza em sua decisão.

Em entrevista para a TV Globo, o advogado Daniel Aguiar, responsável pela defesa de Victor Arthur Possobom, disse que seu cliente sofre de transtornos psiquiátricos e vem sendo submetido a tratamento.

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"Tenho a esclarecer que meu cliente sofre de transtornos psiquiátricos, e vem sendo submetido a tratamento nesse sentido. Ele tem transtorno comportamental com alternância de momentos de euforia e comportamentos impulsivos. Ele faz uso de medicamentos de controle especial e exatamente no dia dos fatos, em razão de Sra. Jéssica (mãe da criança) ter tido, também um "surto" dizendo que iria tirar a própria vida, deixou-o em um estado de completa tensão emocional", dizia um trecho da nota da defesa do empresário.

Segundo o advogado, a ex-companheira de Victor Possobom também responde a outros processos criminais. Além dessa agressão, a Polícia Civil já havia feito um outro pedido de prisão preventiva contra Victor, por lesão corporal, lesão corporal culposa, injúria e ameaça. Dessa vez foi por violência psicológica contra a ex-companheira, a chefe de cozinha Jéssica Jordão. Ela é a mãe da criança e contou que também era agredida por ele.

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