Homem é preso suspeito de agredir a própria companheira em Abaetetuba
A equipe do GFlu garantiu também a integridade da filha da vítima, que foi retirada do ambiente de violência e entregue aos cuidados de familiares
Um homem foi preso por agentes da Base Integrada Fluvial Baixo Tocantins na tarde de quarta-feira (6/5) suspeito de agredir a companheira no município de Abaetetuba, nordeste do Pará. A vítima foi socorrida depois que a própria mãe pediu ajuda à lancha das equipes de segurança.
Segundo o relato da mulher, ela sofreu agressões físicas e psicológicas. A vítima informou ainda ter sido ameaçada com uma faca e uma arma de fogo, apreendida pelos agentes durante a ocorrência. Ela foi encaminhada à Delegacia de Polícia, onde foi registrado o boletim de ocorrência. Na ocasião, também foi solicitada uma medida protetiva de urgência. A criança resgatada foi entregue aos familiares.
O suspeito fugiu do local ao perceber a chegada dos agentes, mas ele foi localizado logo depois. Segundo o titular da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), coronel PM Ed-Lin Anselmo, a prisão preventiva do suspeito já foi solicitada.
“Garantir proteção, acolhimento e prevenir casos de violência doméstica é um dos compromissos da governadora Hana Ghassan e de todos que integram a segurança pública do Pará. O combate a esse crime é incansável, e não vamos parar enquanto os agressores não responderem por esses atos, para que essas mulheres tenham paz e novos casos sejam evitados”, disse o secretário.
Ed-Lin Anselmo reforça ainda que as vítimas devem procurar os canais e iniciativas da segurança pública voltados à proteção das mulheres. “Temos o programa SOS Mulher 190, lançado no dia 9 de abril pela governadora Hana Ghassan. A iniciativa integra um conjunto de medidas de enfrentamento à violência de gênero, como a DEAM Virtual, a Patrulha Maria da Penha e os totens de atendimento”, pontua.
A principal inovação da ferramenta é a integração direta com o número 190. Após cadastro prévio no site da Segup (segup.pa.gov.br), a mulher passa a ser automaticamente identificada ao acionar o serviço de emergência, sem precisar falar ao telefone. A partir disso, os atendentes do Ciop passam a acompanhar a localização da vítima em tempo real e acionam uma guarnição para o local.
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