Motociclista morre após ser atropelado por ônibus na avenida Augusto Montenegro, em Belém
Alex Sander Arruda Coelho, de 31 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu na hora
Um motociclista morreu em um grave acidente registrado na noite desta quarta-feira (18), por volta das 19h40, na avenida Augusto Montenegro, no bairro Parque Verde, em Belém.
De acordo com informações apuradas pela Polícia Militar, a vítima foi identificada como Alex Sander Arruda Coelho, de 31 anos. Ele trabalhava como motociclista por aplicativo e estava a caminho de uma entrega no momento do acidente. O homem seguia pela avenida no sentido Entroncamento quando colidiu na traseira de um carro de passeio que realizava uma conversão para acessar a rua Santo Antônio, via que cruza a Augusto Montenegro.
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Com o impacto, o motociclista foi arremessado para o meio da pista e acabou sendo atingido por um ônibus que vinha logo atrás. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
Uma segunda versão sobre o acidente também é considerada. Segundo esse relato, Alex Sander trafegava pela terceira faixa quando teria passado à frente do ônibus e, em seguida, colidido na traseira do carro de passeio. Após a queda, ele teria sido atingido pelo coletivo.
Segundo a polícia, o motorista do ônibus foi conduzido à delegacia mais próxima para prestar depoimento. O condutor do carro de passeio permaneceu no local do acidente e colaborou com os trabalhos policiais.
Equipes da Polícia Científica estiveram no local para realizar a perícia e a remoção do corpo. A Polícia Militar também acompanhou a ocorrência, enquanto agentes de trânsito da Secretaria Municipal de Segurança, Ordem Pública e Mobilidade de Belém (Segbel) atuaram na orientação do tráfego, que ficou bastante lento na área.
No local, a Polícia Científica informou que as circunstâncias exatas do acidente ainda serão investigadas.
Familiares da vítima compareceram ao local e acompanharam os procedimentos realizados pelas equipes policiais. Eles informaram que Alex Sander costumava trabalhar com corridas por aplicativo no fim da tarde, pois durante o dia exercia outra atividade profissional. Segundo os parentes, ele era órfão e morava sozinho, em uma área próxima ao local do acidente.
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