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Familiares, amigos e jornalistas se reúnem em Missa de 7º Dia por Celso Freire

Simpatia e profissionalismo do jornalista foram lembrados por admiradores do trabalho dele

Eduardo Rocha

O alegria de viver e produzir para o radiojornalismo por parte do jornalista Celso Freire, falecido na madrugada do dia 24 deste mês, foi relembrada por familiares e amigos, entre os quais jornalistas e radialistas, na Missa de 7º Dia de Falecimento  dele, celebrada nesta terça-feira (30), na Recepção Social da sede do Grupo Liberal. Celso completaria 53 anos de idade neste 30 de agosto. Ele era apaixonado pelo jornalismo, o que  conciliava com o amor à família. Ao final da cerimônia, familiares e amigos de Celso soltaram balões brancos para homenageá-lo. Celso tinha 22 anos de atuação no Grupo Liberal.

A cerimônIa litúrgica foi presidida pelo padre Wiremberg José, vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Amparo, do bairro da Cidade Nova 8, em Ananindeua. Acerca da missa  referente ao jornalista Celso Freire, o padre Wiremberg destacou que "a morte sempre nos surpreende, mas sempre devemos alimentar em nós a esperança, a esperança em dias melhores, na vida cristã, não perceber que a morte é o fim de tudo". "A morte é o fim de um percurso, mas não é o fim de tudo na nossa vida, porque a nossa vida sempre está pautada pela nossa fé no Cristo em que nós acreditamos; então, foi o fim terreno para esta pessoa, cuja memória nós celebramos o 7º dia", afirmou padre Wiremberg. O diretor da Rádio Liberal, Augusto Medeiros, proferiu a 1ª Leitura na missa.

Missa de 7º Dia por Celso Freire na sede do Grupo Liberal (Foto: Márcio Nagano / O Liberal)

A jornalista Wellyda Farias, da Rádio Liberal FM, destacou que Celso a conheceu desde criança, por ter sido amigo do pai dela, José Luiz Silva, que era repórter da emissora. Celso foi a primeira a  conferir o trabalho de Wellyda, incentivando-a  a atuar nesse meio. E Celso Freire e Wellyda Farias conquistaram, como último prêmio dele e primeiro dela, o da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), de radiojornalismo, em outubro de 2021,  em uma reportagem sobre empreendedorismo no Ver-o-Peso. "Ele era muito amigo, um amigo verdadeiro, e, como profissional, deixa a lição de que se deve sempre estudar, ele, inclusive, consolidado na carreira, nunca parava de estudar, de aprender, e esse incentivo vai continuar dando a todos nós", ressaltou.

Emoção

Para o jornalista e professor universitário Rodolfo Marques, Celso Freire deixou um legado de altivez como profissional muito alegre, muito comprometido  e muito consciente da sua responsabilidade como jornalismo, como profissional do rádio, um profissional ético e como um homem generoso. "Ele ajudou muita gente, ensinando, convidando pessoas para escrever séries de reportagem, participar de concursos, de processos de premiações;  então, o Celso combinava a altivez com a generosidade", pontuou.

O apresentador da Rádio Liberal, Marquinho Pinheiro, disse que "a gente perdeu, além de um amigo, um colega de trabalho, perdeu um grande profissional". "Um profissional que fazia a diferença, deixou saudades, uma falta muito grande, pelo ser humano que era, uma pessoa incrível, um parceiro que sempre foi, foi uma grande perda para o nosso time na Rádio Liberal, do Grupo Liberal e para o jornalismo paraense; o rádio está de luto", acrescentou.

O locutor e apresentador Cleiton César declarou que a amizade marcou a convivencia entre ele e Celso Freire. "O Celso era um irmão, mais que um amigo, um irmão. Eu sou de São Paulo,  natural de São Paulo, ele, do Rio de Janeiro, e eu dizia que ele era o único carioca de quem eu gostava. Ele botafoguense, eu, corintiano; nós começamos na Rádio Liberal  no ano 2000. Eu entrei, e doi meses depois, ele entrou também. Eu entrei como noticiarista e ele, como repórter expresso. Como noticiarista, eu chamava o repórter expresso em "O Liberal no Ar", fizemos uma boa parceria. Foi um grande parceiro sempre", salientou.

Familiares e amigos de Celso Freire reunidos em missa na sede do Grupo Liberal (Foto: Márcio Nagano / O Liberal)

A radialista Cira Pinheiro, muito emocionada, relembrou que trabalhou com Celso Freire por 12 anos. "Foi uma parceria de aprendizado, e ele deixa um grande legado, de como fazer rádio, levando informação para todas as pessoas, numa linguagem acessível a todos, por isso ele foi merecedor  de muitos prêmios. "Hoje (30), é uma data muito especial, porque a Missa de 7º Dia acontece na data em que ele completaria 53 anos. Ele gostava tanto de bolo, e hoje ele foi quem deu bolo na gente. Mas, eu sei que ele está bem", salientou Cira.

Os jornalistas Márcia Lima, Ana Danin, Enize Vidigal e Elvis Rocha integraram a mesta turma de Celso Freire no curso de Comunicação  Social - Jornalismo, da Universidade Federal do Pará (UFPA) de 1996. Ao lado de Ana Danin, Márcia disse que "a lembrança que fica do Celso é do grande exemplo de jornalista, de amigo, do pai, de uma pessoa que não desistia, que sempre buscava ser e fazer o melhor no trabalho dele  e com as pessoas que ele conhecia".

Passos

O radialista Kaco Barros, da Rádio Liberal, disse que "o Celso fez a diferença no radiojornalismo; até nos  seus últimos momentos, naquela vontade de transformar o rádio no que é hoje mais próximo do internauta, do ouvinte que foi para a internet; ele apostou nessa mudança do rádio e acertou, foi um atualizador do radiojornalismo para todos nós". Já o professor Mário Camarão, coordenador do curso de Comunicaçao da Universidade da Amazônia (Unama), destacou que Celso fez uma carreira brihante. "Celso também participou da Rádio Unama, onde ele também foi o responsável pela formação de vários alunos  do curso de Jornalismo, preparando esses estudantes para o mercado de trabalho, fazendo com que o seu trabalho chegasse a um nível elevado e a um grande número de pessoas", acrescentou.

Mary Freire, esposa de Celso Freire, e mais a mãe Sueli, o pai Poty e os irmãos Cléber e Cláudio Freire, de Celso, participaram da Missa de 7º Dia. Mary lembrou o carinho com que Celso era tratado pelos colegas de trabalho na volta de viagem para receber premiações, cantando que "O campeão voltou!".

 

 

                                                                                                                                                                                                                                 

 

 

 

Pará
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