O que muda no trânsito com a Avenida Liberdade em Belém? Veja
Nova via promete reduzir trânsito, encurtar trajetos e melhorar acesso à Região Metropolitana
A entrega da Avenida Liberdade, prevista para esta quinta-feira (2), deve trazer mudanças significativas para a mobilidade urbana na Grande Belém. A nova via surge como alternativa para desafogar o trânsito, especialmente para quem precisa se deslocar entre o centro da capital e municípios da Região Metropolitana.
Com a ligação entre a Alça Viária e a avenida Perimetral, a expectativa é reduzir o tempo de viagem e melhorar o fluxo de veículos em corredores considerados críticos. A obra também deve beneficiar diretamente mais de dois milhões de pessoas, criando uma nova entrada rodoviária para Belém.
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Como a Avenida Liberdade vai reduzir o trânsito em Belém?
Um dos principais objetivos da nova via é desafogar o tráfego nas rotas já sobrecarregadas. Com 14 km de pista expressa e sem cruzamentos, a avenida permite um fluxo contínuo de veículos, reduzindo retenções em horários de pico.
A duplicação de 3 km da Alça Viária também amplia a capacidade de acesso, tornando o trajeto mais rápido para quem entra ou sai da capital.
Quais regiões serão beneficiadas pela nova avenida?
A Avenida Liberdade conecta diretamente municípios da Região Metropolitana de Belém, facilitando o deslocamento diário de trabalhadores e motoristas.
Um dos destaques do projeto é a ligação direta com o Porto de Vila do Conde, em Barcarena. Com isso, o transporte de cargas deve se tornar mais ágil e eficiente.
Quais são os diferenciais da estrutura da Avenida Liberdade?
A nova via foi planejada com infraestrutura moderna para garantir segurança e fluidez no trânsito. Entre os principais pontos estão:
- três faixas de rolamento em cada sentido;
- ciclofaixas ao longo da via;
- acostamentos de 2,5 metros;
- iluminação pública em LED com energia solar;
- sistema de drenagem e sinalização atualizada;
- duas pontes e quatro viadutos.
O projeto também inclui medidas de preservação ambiental. Ao longo do trajeto, foram implantadas 34 passagens de fauna, sendo 22 aéreas e 12 subterrâneas, além da proteção de igarapés e áreas sensíveis.
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