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Nova tecnologia possibilita assistir 'ao vivo' a uma infecção por coronavírus

Os pesquisadores vão conseguir detectar as junções onde e quando o vírus é mais vulnerável.

Redação Integrada com informações do Tecmundo

Com o coronavírus se espalhando pelo mundo, vários cientistas têm investido seu conhecido em descobrir novos segredos por trás dessa doença. É o caso dos pesquisadores da Holanda, que desenvolveram uma nova tecnologia de microscópio que, aliada à técnica de marcação de vírus, consegue monitorar “ao vivo” o momento em que as partículas virais invadem um organismo humano e se replicam dentro das células.

A descoberta foi publicada no dia 13 de novembro, na revista Cell, e pode ser um importante instrumento na compreensão dos vírus de RNA de fita positiva, como o novo coronavírus, o responsável pela atual pandemia de covid-19 no planeta.

Para Sanne Boersma, principal autora do estudo, esse conhecimento permitirá a criação de "um tratamento que intervenha em um momento de vulnerabilidade da vida do vírus”.

O novo tipo de rastreamento é baseado na tecnologia “tag-and-track”, no qual uma etiqueta fluorescente chamada SunTag é aplicada às proteínas do vírus.

Em seguida, os pesquisadores usam a tecnologia de microscópio VIRIM, sigla em inglês para imagem em tempo real de infecção por vírus, para observar a forma como esse organismo entra na célula e começa a produzir proteínas virais.

Por meio do VIRIM, os cientistas puderam perceber que a dinâmica de replicação entre as células é um processo heterogêneo, e que existe uma coordenação entre a tradução e a replicação de RNA’s virais únicos. 

Com isso, os pesquisadores definiram a etapa de entrada do RNA na célula como o principal “gargalo” para uma infecção bem-sucedida.

Dessa forma, a equipe de pesquisa “ajudou” as células, aumentando o seu sistema de defesa. Quando essas estruturas hospedeiras humanas receberam um reforço inicial, elas foram capazes de permanecer totalmente livres de infecções. Com isso, os pesquisadores conseguiram detectar as junções onde e quando o vírus é mais vulnerável.

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