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Morte da Rainha Elizabeth: o que explica o sentimento de luto por alguém que não conhecemos?

Milhares de pessoas de pessoas ao redor do mundo foram pegas de surpresa com a morte da monarca britânica e manifestaram seus sentimentos nas redes sociais

O Liberal

Milhares de pessoas do Reino Unido e de outras parte do mundo foram pegas de surpresa, nesta quinta-feira (8), com a morte da rainha Elizabeth, aos 96 anos, e usaram suas redes sociais para manifestar seus sentimentos. A notícia causou tristeza mesmo em que nunca conheceu a mãe do agora rei Charles III avó dos príncipes William e Harry. As informações são do Portal Metrópoles.

O neurocientista Fabiano de Abreu Agrela explica que esse sentimento de luto por quem não conhecemos ocorre porque os seres humanos formatam engramas, que são memórias do que pensamos, vemos e sentimos de forma mais íntima. Quando uma pessoa é famosa, como era o caso da Rainha Elizabeth, esses dados são formados com base na repetição, consolidando e reforçando esses engramas de maneira mais convicta. Se a celebridade é vista de forma admirável, as marcas mentais são formatadas com a influência de bons sentimentos, o que está vinculado a uma boa lembrança.

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“Quando ela morre, sentimos como se a conhecêssemos pessoalmente, pois reforçamos essas memórias sobre ela com influência positiva. E de certa forma a conhecemos, do jeito que a moldamos, às vezes sem defeitos, como algo quase perfeito”, diz o pós-PhD em neurociência,

Ainda de acordo com Agrela, ao vermos uma pessoa fisicamente, ela fica armazenada na memória com intensidade diferente de quem se vê apenas pelas telas. Porém, o impacto do luto pode ser similar, dependendo da importância que se deu àquela pessoa. Ele diz que o que distingue é a racionalidade sobre ter contato físico ou não. “Mas o sentimento varia pelas circunstâncias sobre a pessoa e sobre a própria personalidade de quem está sentindo. Depende do quão emotivo é esse indivíduo e das próprias variáveis individuais”, finalizou.

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