Mãe vendia pela internet sexo com a filha de 12 anos

Menina foi estuprada por uma centena de pessoas; outros acusados exploravam a prostituição

Redação Integrada com informações do Daily Star

Uma menina de 12 anos foi vendida pela própria mãe para ser abusada sexualmente por centenas de pessoas. A vítima, de Tallahassee, na Flórida, EUA, foi identificada pela polícia em um site de sexo pago, em uma investigação iniciada há dois anos.

A mãe deixava as pessoas fazerem sexo com a menina em troca de dinheiro ou drogas, segundo relatou o canal de notícias local WTXL.

Os réus disseram aos investigadores que as reuniões foram organizadas por meio de mensagens de texto e redes sociais.

Cerca de 100 pessoas foram acusadas de crimes, incluindo tráfico de pessoas, agressão obscena e lasciva contra uma criança com menos de 16 anos - comumente conhecido como estupro estatutário no estado (no Brasil é chamado de estupro de vulnerável) - e produção e posse de pornografia infantil.

Outras 72 pessoas foram acusadas de contravenções, incluindo exploração de prostituição.

Entre os presos estão um professor de educação física e um ex-presidente de uma organização universitária de arrecadação de fundos.

Vários réus são mulheres, acusadas de ajudar a organizar “jogos” pagos com a menina em troca de dinheiro.

“Horrível”

Lorena Vollrath-Bueno, chefe do crime do Ministério Público Estadual, disse: “Sei que é difícil acreditar que algo assim aconteça aqui em nossa comunidade, mas acontece”.

O chefe do Departamento de Polícia de Tallahassee, Lawrence Revell, acrescentou: “As prisões nesta operação são o ápice do trabalho diligente dos nossos dedicados investigadores, que trabalharam incansavelmente para fazer justiça às vítimas neste caso.”

Elizabeth Bascom, da polícia de Tallahassee, é uma das investigadoras principais. Ela disse que a exploração da menina foi "horrível" e disse que o abuso provavelmente começou antes de ela completar 13 anos.

Bascom planeja testemunhar no tribunal, embora ainda não saiba quantos dos casos irão a julgamento.

A investigadora afirma que a menina “tem coisas a dizer. Ela pode dizer o quanto isso impactou seriamente sua vida. Mas ela está trabalhando para ter sua vida de volta.”

A menina está “no caminho da recuperação” e “indo bem, dada a situação”, acrescentou o chefe Revell.

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