Caçador tem ossos do nariz quebrados após ser atacado por urso: 'Eu via estrelas'
No momento do ataque, o animal mordeu o braço, o rosto, as mãos e o pé do jovem americano
O caçador Jadon Nicoara, de 27 anos, viveu momentos de tensão após sair para caçar com o primo Daniel, a uma distância de 100 milhas da cidade de Deadhorse, no Alasca (EUA). Enquanto estava na floresta, ele afirmou que viu algo se mexendo nos arbustos, mas rapidamente foi atacado por um urso que estava rosnando e correu com a boca aberta em sua direção, a 15 ou 20 pés de distância deles.
Ao chegar próximo a Jadon, o animal avançou até seu corpo e mordeu seu braço, rosto, mãos e pé. \"Eu via estrelas\", disse o caçador ao Daily Mail. Porém, antes que o urso conseguisse se aproximar ainda mais, seu primo teve a ideia de recarregar a arma rapidamente para poder atirar contra o animal. \"Ele correu na minha direção, e eu descarreguei o restante do carregador enquanto ele avançava\", revelou Daniel, que relatou ter se deitado e fingido de morto.
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Jadon teve medo de morrer no local
Após ficar assustado com os tiros, o urso decidiu fugir do local, o que abriu espaço para que Daniel pudesse cuidar dos ferimentos de Jadon, já que ele é médico e soube como conter o sangramento. Em seguida, os socorristas que estavam em um helicóptero avisaram que levariam cerca de duas horas para chegar; então, os dois seguiram em direção a um lugar em que a aeronave pudesse pousar com segurança.
No entanto, enquanto aguardava as buscas com o primo Daniel, o caçador revelou que teve medo de não sobreviver devido aos múltiplos ferimentos no corpo, mas que estava tentando se manter vivo pelas filhas. \"Eu precisava voltar para casa\", contou Jadon Nicoara.
Depois do susto, ele foi levado ao Harborview Hospital, onde precisou passar por uma cirurgia e iniciou uma campanha criada para custear suas despesas médicas. Já Daniel recebeu atendimento por ferimentos leves, mas não souberam informar se o animal ficou machucado. O Departamento de Pesca e Caça do Alasca fez uma busca aérea na região em que o caçador foi atacado, mas não conseguiu localizar o animal.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Enderson Oliveira, editor web em O Liberal)
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