Boneca sexual é confundida com corpo humano e provoca investigação de homicídio na Austrália
Mala abandonada à beira de uma estrada levou policiais a mobilizarem uma força-tarefa; exames forenses revelaram que objeto era uma boneca realista
Uma boneca sexual de aparência extremamente realista provocou uma operação policial e chegou a ser tratada como possível evidência de um homicídio em Nova Gales do Sul, na Austrália. O objeto foi encontrado dentro de uma mala abandonada às margens de uma estrada, em uma região remota.
A situação ocorreu no último domingo (9), quando duas pessoas que passavam de carro pelo local encontraram a bagagem deixada na beira da estrada. Ao abrirem a mala, eles acreditaram ter encontrado o que seriam restos mortais de uma pessoa e acionaram a polícia.
Polícia montou força-tarefa
O material encontrado foi submetido a exames forenses para determinar se realmente se tratava de restos humanos. A suspeita de homicídio, porém, acabou descartada após a análise.
Em comunicado, a polícia confirmou que o objeto era uma boneca sexual realista. A peça estava vestida, tinha cabelo e um piercing no nariz. Além disso, apresentava marcas que, à primeira vista, poderiam ser confundidas com hematomas e arranhões.
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“Após exames forenses realizados esta manhã, a polícia confirmou que o objeto encontrado na bolsa era uma boneca realista, vestida, com cabelo e piercing no nariz. O objeto também apresentava marcas que lembravam hematomas e arranhões”, informou a corporação.
Boneca tinha aparência semelhante à de um corpo
A superintendente Linda Bradbury defendeu a decisão dos policiais de tratar o achado inicialmente como uma possível ocorrência criminal. Segundo ela, a aparência da boneca era suficientemente realista para levantar dúvidas sobre a natureza do objeto. A policial também explicou que os agentes costumam evitar manipular excessivamente possíveis restos mortais antes da realização dos procedimentos periciais.
Com a confirmação de que não havia restos humanos na mala, a investigação de possível homicídio foi encerrada.
(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo sob supervisão de Felipe Saraiva, editor web de OLiberal.com)
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