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Executivo detalha situações de Freitas, Panagiotis, Catarozzi, Carlinhos e Diego Hernández no Remo

Clube esclarece ausência de jogadores, recuo em negociação por Carlinhos e estratégia cautelosa com uruguaio

Igor Wilson

O executivo Luís Vagner Vivian detalhou a situação de diversos jogadores do elenco azulino, abordando desde ausências recentes até negociações e planejamento futuro. Sobre os casos de Freitas, Panagiotis e Catarozzi, jogadores que não atuaram nem pelo time alternativo das duas primeiras partidas da Copa Norte, o que gerou questionamento de torcedores, o dirigente explicou que os três não participaram por questões físicas, mas que estão nos planos do clube.

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“Os três vinham retornando de uma lesão… o Freitas estava em transição, o Pana treinou com a equipe que ia viajar, mas apresentou desconforto muscular na véspera, e o Catarozzi apresentou um quadro viral bem sério… então, a gente acabou levando os meninos da base.” 

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Já em relação ao atacante Carlinhos, que está emprestado pelo Flamengo, mas sem chances no time que disputa a Série A, houve uma negociação com o Cuiabá que acabou não avançando. Segundo o executivo, devido a um recuo do staff do atleta. 

"Em relação ao Carlinhos, teve uma procura de um clube, a gente chegou a conversar com o Flamengo, que é o dono dos direitos do atleta, que deu o sinal positivo, mas por uma falta de tempo, no entendimento do staff do jogador, acabou não se concretizando, é uma coisa que acontece."

Outro ponto abordado foi a situação do uruguaio Diego Hernández, jogador que ganhou muita moral com o torcedor na campanha do acesso do ano passado, mas que esse ano ainda não emplacou. O clube azulino chegou a avançar na hipótese de comprar os direitos do jogador em definitivo, mas recuou. 

“O Diego, infelizmente, esse ano teve algum atraso por conta de lesão. A gente queria estar vendo ele atuar com a equipe, até pra ele repetir na Série A as boas atuações que ele teve na Série B do ano passado, mas ele ainda não conseguiu”, disse o dirigente.

“O atleta tem contrato até o meio do ano. O que aconteceu, no primeiro momento, era talvez uma possibilidade da antecipação da compra dele junto ao Botafogo, e que por questões de alinhamento e trocas internas também (teve troca de treinadores), as vezes tu tens que atender uma demanda mais urgente, e passa o timing de algumas coisas. Então acabou-se optando por esperar ele retornar a atuar, e se definir isso até o prazo do contrato. Não é uma coisa que o clube necessitaria antecipar no momento”