Hélio dos Anjos, Leandro Vilela e outros: veja a lista de credores do Paysandu

Passivo trabalhista do clube ultrapassou a marca de R$ 10 milhões ao fim de 2025.

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O Paysandu enfrenta um cenário delicado fora das quatro linhas. O passivo trabalhista do clube ultrapassou a marca de R$ 10 milhões ao fim de 2025, impulsionado por uma sequência de ações movidas por ex-treinadores e jogadores que passaram pelo elenco nas últimas temporadas.

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Os processos envolvem desde nomes de maior projeção até atletas com pouca minutagem em campo, ampliando a pressão financeira sobre a diretoria em meio ao processo de Recuperação Judicial.

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Técnicos e jogadores na lista de credores

Entre os casos de maior impacto está o do técnico Hélio dos Anjos, que cobra aproximadamente R$ 2,6 milhões em verbas rescisórias, premiações e FGTS. A condenação foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8) em dezembro de 2025.

O maior valor individual é pleiteado pelo volante Leandro Vilela, que reivindica cerca de R$ 4,05 milhões. Na ação, o jogador alega atrasos salariais, uso irregular de direitos de imagem e ausência de seguro obrigatório após sofrer lesão grave.

O atacante André Lima também ingressou com processo após sua passagem pelo clube em 2025, cobrando mais de R$ 1,6 milhão.

Outros casos incluem o lateral-esquerdo PK, que move ação de R$ 523 mil na 19ª Vara do Trabalho de Belém, com audiência prevista para 2026; o técnico Luizinho Lopes, que cobra R$ 351 mil em valores contratuais; e o atacante Jorge Benítez, que pleiteia R$ 333 mil. Ele é o sétimo jogador do elenco de 2025 a acionar judicialmente o clube.

Também tramitam ações movidas pelos atletas Giovanni e Wesley Fraga, que cobram direitos trabalhistas e valores relacionados a contratos de imagem. Os montantes desses processos correm sob sigilo.

Multa milionária do MPT amplia pressão

Além das ações individuais, o Paysandu sofreu uma condenação relevante envolvendo um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Trabalho (MPT) em 2008.

Em setembro de 2025, a Justiça determinou o pagamento de R$ 1,5 milhão por atrasos salariais registrados em 2024. O entendimento foi de que o clube descumpriu o acordo histórico que previa a manutenção dos salários em dia, o que resultou na aplicação cumulativa da multa.

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