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Carolina é a primeira torcedora do Paysandu em sua família

Ana Carolina Figliuolo Britto, 24 anos, advogada

Ana Carolina / Especial Para O LIberal

Na minha família sou a primeira torcedora do Paysandu. Meu avô e meu pai são beneméritos da Tuna, minha mãe amazonense, portanto não torcia para nenhum clube daqui. Com uns 5 anos simplesmente decidi que seria bicolor. Desde então, tem sido o maior amor da minha vida.

Meu pai nunca se opôs, muito pelo contrário, me incentivava a torcer para o clube que eu quisesse. Minha mãe passou a torcer pelo 'Bicola'. Eles sempre fizeram questão de alimentar essa paixão. Várias vezes saímos mais cedo de reuniões e aniversários de família só para irmos ao estádio. 

Como torcedora, já vivi de tudo: alegria, tristeza, euforia, decepção. Já comemorei um gol aos 90 minutos e já sofri com uma derrota na disputa de pênaltis. Estive presente em jogos memoráveis e inesquecíveis, que fazem parte não somente da história do clube, mas, da minha também. 

Para mim o Paysandu significa muito mais do que aqueles 90 minutos de um partida. Significa um amor inexplicável e imensurável. A emoção que um gol bicolor proporciona só quem vive sabe. A sensação de estar no Mangueirão ou na Curuzu cantando e incentivando meu clube é uma das melhores do mundo.

Como paraense, torcedora do Paysandu e boa bairrista que sou, faço questão de levar uma blusa do clube em todas as viagens que faço, a todos os lugares que vou. Sou bicolor com muito orgulho e faço questão que o mundo inteiro saiba disso!

Paysandu
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