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Presidente do Paysandu é questionado sobre eleição no clube e diz: 'não estou pensando agora'

Márcio Tuma assumiu o cargo de presidente do Papão, após a renúncia de Roger Aguilera

Fábio Will

Em meio à toda turbulência que o Paysandu viveu nos últimos meses, com rebaixamento para a Série C e renúncia do então presidente, Roger Aguilera, o clube terá um ano de 2026 de reconstrução, mas também de eleição. Márcio Tuma foi questionado sobre uma possível candidatura à reeleição no clube, porém, o mandatário bicolor desconversou sobre o tema.

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Márcio Tuma fez parte da chapa de Roger Aguilera e era o vice-presidente do Paysandu, antes de assumir o cargo com a renúncia de Aguilera. À frente do clube, Tuma afirmou que vem sendo questionado sobre o assunto eleição, mas que no momento o foco é apenas um: trabalhar e reerguer o Paysandu.

“Vou ser muito franco, não estou pensando e eleição agora. E não pensar nisso agora me dá uma firmeza de proposito, para fazer o que é preciso ser feito. Tudo que estamos fazendo é em prol do Paysandu. Isso pode ser impopular, cortando algumas coisas pode ser que desagrade, não sabemos o impacto que as coisas têm, mas isso me deixa muito à vontade, nesse momento crítico, em que o Paysandu precisa virar a chave. A eleição será uma consequência da validação de trabalho”, disse.

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O processo eleitoral do Paysandu ocorrerá no final da temporada. No final do ano passado, parte da torcida protestou bastante em frente à Sede do clube, na Avenida Nazaré, pedindo mudanças estatutárias e saídas de toda a diretoria do clube.