Após cobrar R$ 4 milhões do Paysandu, volante não passa em exames físicos e deixa o Náutico
Volante Leandro Vilela teve uma "passagem relâmpago" pelo Timbu
Poucos dias após acionar o Paysandu na Justiça e cobrar uma dívida superior a R$ 4 milhões, o volante Leandro Vilela teve uma passagem relâmpago pelo Náutico-PE. Na última quarta-feira (31), o clube pernambucano anunciou oficialmente o desligamento do atleta após exames médicos identificarem um problema físico durante a pré-temporada.
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De acordo com o Timbu, os testes não apontaram ruptura ligamentar, mas detectaram um quadro de estresse no joelho, considerado preocupante pelo departamento médico. Diante do risco de agravamento da condição ao longo da temporada, o clube optou por não seguir com a contratação.
A rescisão aconteceu de forma consensual e sem qualquer impacto financeiro para o Náutico, já que o vínculo firmado era apenas um pré-contrato. A decisão foi tomada de maneira preventiva, priorizando a saúde do atleta e evitando possíveis complicações futuras.
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Disputa judicial com o Paysandu
Paralelamente à situação no Náutico, Leandro Vilela mantém uma ação judicial contra o Paysandu Sport Club. Segundo a defesa do jogador, o valor cobrado R$ 4 milhões corresponde a uma série de débitos acumulados ao longo do contrato, como atraso salariais e direito de imagens, verbas rescisórias, e 13º salário, além de não depósito do FGTS.
A ação também aponta suposto uso irregular do direito de imagem, com pagamentos acima do limite legal e sem comprovação de exploração comercial. Por isso, o atleta pede que esses valores sejam incorporados ao salário, com reflexos trabalhistas e aplicação das multas previstas na CLT.
Além disso, Vilela solicita o reconhecimento da lesão como acidente de trabalho e afirma que o clube não contratou o seguro obrigatório para atletas profissionais. Com base nesses argumentos, o jogador requer indenização substitutiva e o pagamento da cláusula compensatória esportiva, alegando que a rescisão ocorreu por responsabilidade do empregador.
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