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Dez vezes campeã mundial de jiu-jitsu, brasileira anuncia que fará transição para o MMA

Beatriz Mesquita é atleta da arte suave há cerca de 20 anos e é um dos principais nomes da modalidade aqui no Brasil

Aila Beatriz Inete

É até comum que atletas de jiu-jitsu migrem para as artes marciais mistas depois de um tempo. Aqui no brasil, no masculino, existem alguns exemplos de sucesso, como Ronaldo Jacaré e Demian Maia. Já no feminino, Marquezine Dern é uma das principais referências atualmente. Nesta semana, a brasileira Beatriz Mesquita, 10 vezes campeã mundial na arte suave, anunciou que fará a transição para o MMA.   

“Eu já vinha querendo fazer essa transição para o MMA há algum tempo. Só que a realidade é que eu sou apaixonada pelo jiu-jítsu, pela competição de quimono. São mais de 20 anos de carreira, então é muito difícil tomar uma decisão assim. Eu vim prorrogando esse momento há uns cinco anos, antes de ter esse breakdown do covid. Senti que, se eu não tomasse essa decisão (agora), eu nunca iria realmente dar o próximo passo para essa transição. Ano passado eu consegui completar o meu décimo título e eu falei: agora está 10, redondo, gostei. Então vamos, agora já dá pra dar esse passo”, contou a atleta em entrevista ao Combate.

Beatriz contou que achava loucura a ideia de tomar socos na cara em uma luta. Mas, pode-se dizer que a decacampeã de jiu-jitsu já é uma artista marcial mista desde a adolescência, já que ela começou a praticar wrestling e também praticava muay thai. 

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Antes da transição, em setembro, a brasileira ainda vai competir no Mundial do ADCC, que é o campeonato de luta de chão mais badalado do mundo e do qual Beatriz foi campeã em 2017. Mas ela já não participará do Mundial da Federação Internacional de Jiu-Jitsu (IBJJF). 

A brasileira, que é um dos principais nomes da arte suave aqui no Brasil, disse que quer fazer sua estreia no MMA no último trimestre de 2022 e que a ideia de começar algo novo será a sua motivação. 

“Acho que é isso o que eu vou buscar nessa transição para o MMA. É a motivação do novo, do desconhecido, as sensações de querer mostrar que eu consigo, que eu vou ter um bom desempenho, independente do que eu escolher. Sentir aquele friozinho na barriga”, declarou Beatriz Mesquita.

(Aila Beatriz Inete, estagiária, sob supervisão de Pedro Cruz, coordenador do Núcleo de Esportes)

 

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