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Jorginho, do Flamengo, diz que caso com Chappell Roan foi 'um mal entendido'

Meia do Flamengo afirma que cantora não teve envolvimento em episódio com segurança após show no Lollapalooza 2026

Hannah Franco

O jogador Jorginho, do Flamengo, afirmou nesta segunda-feira (13) que o episódio envolvendo a cantora Chappell Roan foi, um “mal entendido”. A declaração foi publicada nos stories do atleta, cerca de um mês após o caso ocorrido em um hotel no Brasil, durante a passagem de artistas pelo Lollapalooza 2026.

Na publicação, o meia explicou que o segurança responsável pela abordagem não atuava a mando da cantora e que novas informações mudaram sua compreensão sobre o ocorrido. Segundo ele, Chappell entrou em contato com a família e houve conversa entre as equipes.

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“Fiz meu primeiro posicionamento no calor do momento, após saber que minha filha e minha esposa haviam sido abordadas de forma intimidadora por um segurança. [...] Na época, agimos com base nas informações que tínhamos naquele momento. Desde então, tomei ciência de novas informações que mudaram meu entendimento sobre partes do ocorrido. A Chappell Roan se pronunciou publicamente, entrou em contato de forma privada com a Catherine, e nossas equipes também conversaram diretamente”, escreveu o jogador.

Jorginho afirma que cantora não teve envolvimento

De acordo com Jorginho, ficou esclarecido que a artista não tinha conhecimento do que aconteceu no momento da abordagem e que não solicitou a ação do segurança.

“Ficou claro que ela não tinha conhecimento do que aconteceu no café da manhã e que não havia pedido para ninguém se aproximar delas. Ela demonstrou compreensão e solidariedade com o que aconteceu com a nossa filha. O próprio segurança confirmou publicamente que estava representando outro artista no hotel naquele momento. Embora ainda não saibamos o que o motivou a se aproximar delas, e não acreditemos que uma criança de 11 anos tomando café da manhã possa ser vista como qualquer tipo de ameaça à segurança, ficou claro que ele não estava agindo em nome da Chappell”, confirmou o jogador.

O profissional envolvido, identificado como Duvier, chegou a ser apontado como integrante da equipe da cantora, mas negou a informação nas redes sociais. Segundo ele, estava no local representando outra pessoa. Imagens que circularam na internet indicam que ele trabalhava, na verdade, para a cantora Sabrina Carpenter.

O posicionamento de Jorginho ocorreu após cerca de um mês de repercussão do caso. Nesse período, sem um esclarecimento do jogador, Chappell Roan foi alvo de críticas de torcedores do Flamengo e de brasileiros nas redes sociais, com publicações negativas e tentativas de boicote à artista.

Mesmo antes do novo posicionamento, a cantora já havia negado envolvimento dias após o episódio.

“Foi, em última análise, um mal entendido nesse sentido, e fico feliz em deixar claro isso. É importante para mim que isso seja esclarecido de forma justa e precisa. Lamento o impacto que essa situação causou na Chappell Roan, na Catherine, na Ada e na nossa familia.”, continuou Jorginho.

Cantora e família deram versões sobre o episódio

Após a repercussão, Chappell Roan afirmou que não presenciou a situação e classificou a abordagem como uma ação isolada. “É injusto a segurança assumir que uma pessoa não tem boas intenções”, declarou. A artista também pediu desculpas à criança e à família.

Já a estilista Catherine Harding, companheira de Jorginho, contestou parte da versão. Segundo ela, o segurança não fazia parte da equipe do hotel.

“Não sei se era o segurança pessoal dela, mas estava com ela. Sei que ela disse que não era da equipe, mas o segurança não era do hotel”, afirmou.

Entenda o caso envolvendo Jorginho e segurança

O episódio aconteceu no dia 21 de março, horas antes do show de Chappell Roan no Lollapalooza Brasil 2026, em São Paulo. Segundo relatos de Jorginho e Catherine Harding, a filha de 11 anos da estilista estava com a mãe no hotel quando percebeu a presença da cantora.

De acordo com a família, a criança apenas olhou e sorriu para a artista, sem tentar abordagem. Em seguida, um segurança teria se aproximado e orientado que ela não deveria “desrespeitar ou assediar” a cantora.

O jogador relatou que a situação assustou a menina. “Minha filha ficou super assustada e chorou muito”, disse.

Chappell Roan também comentou o caso e reforçou que não compactua com esse tipo de abordagem. “Não odeio pessoas que são fãs da minha música, não odeio crianças. Isso é loucura”, afirmou.