Chimbinha, Zé Felipe e Zidane vão jogar a Copinha 2026; veja outros apelidos curiosos
Competição de base começou nesta sexta-feira (2) e mantém tradição de nomes inusitados
A Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2026, a tradicional Copinha, começou nesta sexta-feira (2) com jogos disputados em dezenas de cidades do interior paulista. Além de revelar jovens talentos para o futebol brasileiro, o torneio mantém uma de suas marcas mais conhecidas: a presença de jogadores registrados com apelidos curiosos ou nomes pouco usuais nas súmulas oficiais. Na edição deste ano, a lista é extensa e reúne atletas identificados como Tripa, Cabeça, Jacaré, Matraca, Catatau e Colorau, além de nomes que remetem a ídolos do futebol, como Zidane e Kaká.
Entre eles, também se destacam jogadores ligados ao Pará, reforçando a presença do futebol paraense na principal vitrine das categorias de base do país. O estado aparece representado por jogadores com apelidos marcantes, muitos deles vinculados a clubes tradicionais do estado.
A Tuna Luso Brasileira é um dos clubes paraenses com maior número de atletas com apelidos registrados na competição. O elenco conta com Matraca, Tripa e Xamã, mantendo uma tradição comum no futebol de base do estado. Nome conhecido entre os paraenses, Chimbinha defende as cores do Olímpico-SE.
Outros nomes relacionados ao Pará também aparecem na lista geral da Copinha 2026, como Ferrugem, que joga pelo Carajás, além de jogadores que passaram por clubes paraenses antes de seguirem carreira em equipes de outros estados.
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Apelidos e nomes inusitados seguem tradição do torneio
A Copinha é historicamente conhecida por revelar atletas que iniciaram a carreira identificados por apelidos, muitos deles levados até o futebol profissional. Na edição de 2026, essa característica segue forte, com registros variados em clubes de todas as regiões do Brasil.
Entre os exemplos estão:
- Cabeça, do Santa Cruz-PE
- Jacaré, do Corinthians
- Cremosinho, do Atlético-PI
- Arthur Golaço, do Ganabara City-GO
- Colorau, do Santa Cruz-SP
A lista inclui ainda apelidos como Alemão, Baú, Boquinha, Churrasquinho, Esquilo, Gelado, Gigante, Mosquito, Pantera, Sorriso, Tubarão e Zé Felipe, distribuídos entre clubes do Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste.
A Copinha 2026 segue ao longo das próximas semanas, reunindo clubes tradicionais, equipes emergentes e jovens atletas que buscam projeção nacional, muitos deles carregando apelidos que podem se tornar conhecidos em todo o país.
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