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DESEMPREGO

Taxa de desemprego aumenta em todas as UFs no 1º trimestre ante os 3 meses anteriores, diz IBGE

Na média nacional, a taxa de desemprego subiu de 5,1% no quarto trimestre de 2025 para 6,1% no primeiro trimestre de 2026. Em São Paulo, a taxa de desemprego passou de 4,7% para 6,0% no período

Estadão Conteúdo

14 de maio de 2026 às 09:58

A Fecomércio também projeta que entre 20% e 25% dos trabalhadores contratados temporariamente durante o período possam ser efetivados após as festas de fim de ano, com base no histórico do mercado de trabalho paraense.

A Fecomércio também projeta que entre 20% e 25% dos trabalhadores contratados temporariamente durante o período possam ser efetivados após as festas de fim de ano, com base no histórico do mercado de trabalho paraense. ( Foto: Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil )

A taxa de desemprego aumentou em todas as Unidades da Federação (UFs) na passagem do quarto trimestre de 2025 para o primeiro trimestre de 2026, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (14).

O instituto pondera que algumas dessas variações ficaram dentro da margem de erro da pesquisa, por isso não são consideradas estatisticamente significativas. Houve expansão de forma estatisticamente significativa em 15 das 27 Unidades da Federação no período.

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Na média nacional, a taxa de desemprego subiu de 5,1% no quarto trimestre de 2025 para 6,1% no primeiro trimestre de 2026. Em São Paulo, a taxa de desemprego passou de 4,7% para 6,0% no período.

No primeiro trimestre de 2026, as maiores taxas de desocupação foram as do Amapá (10,0%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%), enquanto as menores ocorreram em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).

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