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Projeto leva assistência técnica a 500 produtores de cacau da Transamazônica

250 produtores serão atendidos na primeira etapa

Redação Integrada

A Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), do Governo do Pará, lançou nesta semana o projeto "Ateg Mais Cacau", na comunidade do Assurini, em Altamira, Região de Integração do Xingu. O projeto levará assistência técnica aos produtores de cacau dos municípios de Altamira, Brasil Novo, Uruará, Medicilândia e Placas, todos situados ao longo da rodovia Transamazônica. Deverão ser beneficiados 500 produtores ao todo, e 250 na primeira etapa.

A iniciativa é uma parceria da Sedap com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), para prestar assistência técnica continuada e gerencial aos produtores da região. O Banco da Amazônia (Basa), também aderiu ao projeto e está lançando o "Basa Digital", que repassará crédito rural para que os produtores possam viabilizar as práticas de cultivo orientadas pelos técnicos do Senar.

O secretário adjunto da Sedap, Lucas Vieira, que acompanha a programação na Transamazônica, ressalta a importância da iniciativa. “O Pará é o maior produtor de cacau do Brasil. O Governo do Estado incentiva a assistência técnica continuada e o crédito rural para o produtor continuar alavancando a nossa produção. Somos o maior produtor do país pelo segundo ano consecutivo e a nossa finalidade, é crescer cada vez mais a produção no estado de um produto de qualidade”, destaca Vieira.

O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor–bio) também participa do projeto através de curso de capacitação. " Além de mim e meu esposo, meus vizinhos também são agricultores e nós precisamos dessas orientações que estão sendo repassadas. Com certeza vai melhorar nossa atividade ", ressalta a agricultora Elizete Araújo, uma das beneficiadas pela parceria.

Ivaldo Santana, que é engenheiro agrônomo da Sedap, informa que o tipo de assistência técnica prestada através da "Ateg Mais Cacau", é pioneira no estado. “O diferencial é que pela primeira vez, o produtor será acompanhado por dois anos. A finalidade é deixá-lo preparado para no futuro, tocar a sua empresa rural”, acrescenta.

Ivaldo explica ainda que o projeto ocorrerá em duas etapas: nos dois primeiros anos, 250 produtores serão contemplados e nos dois consecutivos, mais outro grupo será inserido no projeto, totalizando em quatro anos, 500 produtores atendidos. “Eles serão assistidos nas suas propriedades por técnicos agrícolas e engenheiros agrônomos, não só com orientações de como conduzir a cultura, mas também como negociar no mercado a sua produção, para auferirem mais lucro no final de cada safra”, conclui.

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Economia
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