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Preço do pescado em Belém continua com trajetória de alta

As espécies gurijuba, com aumento de 8,03%; dourada, 7,90%; e pratiqueira foram as que apresentaram maior carestia

Redação

As altas do ano passado no pescado em mercados municipais de Belém não inibiram os preços no início de 2021. É o que mostra o levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pará) e da Secon/PMB, divulgado na terça-feira, 2.

Após altas sucessivas em 2020, o preço da maioria do pescado continuou subindo em janeiro deste ano nos mercados municipais da capital, pressionando a inflação. O pescado é um doas mais tradicionais alimentos dos paraenses.

Levantamento do Dieese e da Secon destacam as espécies com maiores altas no mês: gurijuba, com alta de 8,03%; dourada, 7,90%; pratiqueira, 7,44%; mapará, 7,09%; sarda, 6,12%; peixe pedra, 5,91%; traíra, 5,68%; filhote, 5,17%; tamuatá, 4,72%; pescada gó, 3,96%; bagre, 3,95%; pescada branca, 3,69%; cangatá, 3,67%; xaréu, 3,65%; pescada amarela, 3,55%; piramutaba, 3,32%; curimatá, 3,05%; apajari, 2,46%; tainha, 1,79%; tambaqui, 1,72%; corvina, 1,71% e da pirapema com alta e 1,69.

Em janeiro, porém, algumas espécies tiveram redução de preço, com destaque para o cação, com queda de 5,61%; tucunaré, 5,41%; uritinga, 5,15%; pacu, 5,15%; e surubim, com queda de 4,84%.

Doze meses

O levantamento também aferiu o comportamento dos preços nos últimos 12 meses, também nos mercados municipais de Belém. O panorama é semelhante, com a maioria das espécies apresentando altas superiores ao índice da inflação no período, de 5,45%.

Destacam-se como maiores altas: dourada, 33,96%; gurijuba, 26,78%; xaréu, 25,32%; pescada branca, 18,19%; tambaqui, 17,79%; cangatá, 16,92%; tamuatá, 16,63%; traíra, 14,86%; pratiqueira, 14,52%; pirapema, 13,87%; arraia, 13,36%; corvina, 13,26%; surubim, 13,18%; mapará, 13,16%; pescada amarela, 12,32%; sarda, 12,10%; cação, 12,05%; e peixe serra, 11,28%.

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