Ligação aérea entre Belém e Caiena, capital da Guiana Francesa, será retomada; confira a data

A conexão será fornecida todas as sextas-feiras, às 15h40, de Caiena. De Belém, o retorno será no sábado, às 9h35.

O Liberal

A partir do dia 5 de maio, a ligação aérea Caiena-Belém será retomada com a Air France, que oferecerá um voo direto semanal a partir de 399 euros, contando os trechos de ida e volta. A conexão será fornecida todas as sextas-feiras, às 15h40, de Caiena. De Belém, o retorno será no sábado, às 9h35. As informações são do portal France Guyane.

O anúncio foi oficializado pela gerente geral da Air France, Anne Rigail, em viagem para a Guiana no dia 20 de janeiro. Ela adiantou que o A320 seguirá uma rota de Pointe-à-Pitre, Fort-de-France, Caiena, Belém, para também permitir que as Índias Ocidentais cheguem ao Brasil sem trocar de aeronave. Serão 168 lugares disponíveis. As reservas podem ser feitas a partir de 23 de janeiro.

O preço da viagem de Caiena para Belém, considerado elevado para um voo de 1h35, se deve ao "alto custo do combustível na ligação regional", explica a gerente geral da Air France. Sobre a questão da lucratividade e, portanto, da sustentabilidade dessa nova linha, a Air France afirma: "Se abrirmos, achamos que vai funcionar".

Vácuo desde 2020

Desde a Azul, em março de 2020, nenhuma companhia aérea forneceu uma conexão regular entre a Guiana e seu país fronteiriço, o que empurrou a Guiana para um terrível isolamento regional. Somado a isso, ainda existia uma baixa cobertura de vacinação na Guiana, dificultando o redesenvolvimento das ligações aéreas. 

"Precisamos primeiro ver se conseguimos preencher as vagas. A Guiana tem uma cobertura vacinal muito baixa e, para ir ao Brasil - como em muitos outros países estrangeiros -, é preciso um esquema vacinal completo", explicou-nos em maio um representante da Havas Voyages.

A retoma das ligações foi considerada "um risco", caso os voos não fossem preenchidos. Se for bem-sucedida, a Air France não descarta aumentar a taxa de voos entre a Guiana e o Brasil.

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