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Farinha tem leve aumento no mês, mas acumula alta no ano

Produto ficou mais caro 20% em Belém desde janeiro

Redação Integrada

A farinha de mandioca acumula 20% de aumento nos dez primeiros meses do ano (janeiro a outubro), em Belém, contra uma inflação de 2,95% calculada para o mesmo período. É o que aponta o levantamento do Dieese Pará divulgado nesta terça-feira, 24. Em outubro, o produto teve leve alta, de 0,29% em relação a setembro.

O levantamento do preço da farinha é feito semanalmente pelo Dieese em feiras livres e supermercados da capital.

Os dados coletados pelo departamento mostram que a farinha de mandioca era vendida, em dezembro de 2019, em média, a R$ 5,80. Em janeiro de 2020, o preço ficou estável, em R$ 5,82. Em fevereiro, o produto teve aumento, sendo comercializado a R$ 6,13, mostrando pequenas variações em março (R$ 6,09) e abril (R$ 6,06).

Reajuste mais forte veio em maio deste ano, com a farinha sendo vendida em média a R$ 7,02. Em junho, era encontrada a R$ 6,91; em julho, a R$ 6,86; em agosto, a R$ 6,88; em setembro, a R$ 6,94; e em outubro teve pequeno ajuste para o alto, sendo encontrada em média a R$ 6,96.

A maior parte da farinha de mandioca consumida na Grande Belém vem de municípios próximos da capital, como Castanhal, Capanema e Bonito. Mais da metade da produção é ainda artesanal.

Economia
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